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o sol solis o cais o casto que castiga

    solis amargura indefinida.
    o caus que castiga a minha vida
     a dor da triste partida e a desilusão
     que fere o coração

      Infunde e transtorna a cosnsciência
      e a dúvida entre a entrega ou a decência
      entre o rever e o prazer entre o arriscar ou
      sofrer, enfim o que será de mim como viver assim
       terei que decidi e o passo dar para florir.

       castiga danada e bandida dor furor que inunda
       deixando marca profunda o preço da reputação
        emplaca então a solidão. até quando?
       
        quando houver amor e segurança
         como a criança que confia no seu pai como
         aquele amor que não se abandona jamais e
         perpetua com todo o carinho no leito de um ninho
         até ficar velhinhos.
 
 

 
LETICIA
Enviado por LETICIA em 05/10/2007
Código do texto: T681796

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Sobre a autora
LETICIA
Euclides da Cunha - Bahia - Brasil, 34 anos
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