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UM GESTO SOLIDÁRIO

Quantas vezes,
Já disseste não?
...
A uma mão estendida,
Uma lágrima caída.

A um corpo tremendo de frio,
Um estômago vazio.

A um abraço preciso,
Um inocente sorriso.

A um simples tudo bem,
Dado por um “zé ninguém”.

A um papo afinado,
Com o vizinho ao lado.
...
Não quero, não posso,
Não vou; sem remorso.
...
Quantas vezes,
Por egoísmo – comodismo,
Ou sabe-se lá o quê?
Calaste a voz do coração,
E disseste não;
...
Ao clamor de um país,
A um sonho que sempre se quis,

De amanhecer o novo,
O povo, realmente ser povo.
E o mundo ser menos infeliz.
...
Pela tua omissão,
Outras mãos,
Estão sendo sobrecarregadas,
E vidas privadas,
De um mínimo de atenção.

- jogo aberto;
Achas isso certo?

Pense um pouco...
Nesse mundo sofrido – louco,

Um olhar comunitário,
Um gesto solidário,

Sintetiza – expressa o amor,
...E tem um grande valor.
DELEY
Enviado por DELEY em 13/10/2007
Código do texto: T692708

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Sobre o autor
DELEY
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil
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