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Labirinto


No meio do nada
Onde apenas o silencio
Era tudo o que eu tinha
O frio era intenso
Nenhum abrigo
Por isso eu caminhava
Olhando as nuvens
Que cruzavam o céu
Encobrindo as estrelas
Como saber aonde ir
Sem nada pra me guiar
O deserto mudou
Havia rastos
Rastos em círculos
Deixava a sensação
Que eu construía
Um labirinto na areia
O frio continuava
Eu caminhava
No meio do nada
O vento soprava
Amanhecia, era dia.
Alguém sussurrava
Para eu continuar
Mas veio o cansaço
Eu fraquejei
Minha vista escureceu
Sem forças tombei
Perdido, ferido...
No meio do nada!


Balneário dos Prazeres: 15 10 2007




Volnei Rijo Braga
Enviado por Volnei Rijo Braga em 14/10/2007
Código do texto: T694124
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Volnei Rijo Braga
Pelotas - Rio Grande do Sul - Brasil, 70 anos
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Volnei Rijo Braga