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A invasão

Nessa noite maluca me veio na cuca
Uma vontade louca de vir te encontrar
Me venha, me venha, pra que’eu te ordenha
Te mostre minha lenha, e retire teu ar.
E nessa história me vem na memória
A doce lembrança dos tempos de amar
Menina, docinha, morena tão minha
Te dou meu alento, meu cheiro e estar
Perdido na selva desses teus cabelos,
Maranhas, barganhas, em assanhas tamanhas.
Em tais artimanhas te quero assanhar.
Vem cá, venha logo, enquanto eu te rogo,
Não seja menina a querer desviar.
Vou ser teu amigo, teu rei, teu marido,
Teu moço atrevido, teu dono e teu lar.
Vem cá, venha nessa, se envolva depressa.
Te quero à beça, te vou macular.
E nessa loucura sem pé nem cabeça,
Você com certeza vai logo falar
Que eu sou maluco, mas eu sou astuto,
Te invado com tudo na beira do mar.
Arpejo
Enviado por Arpejo em 18/10/2007
Reeditado em 14/11/2007
Código do texto: T698910

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Sobre o autor
Arpejo
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 39 anos
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Arpejo