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Poema concreto

 

 

Um deslocamento de foco

inevitável

 

um deslumbramento precoce

suportável

 

nasci para uma prisão

e quem não nasceu?

 

e a alma?

 

a alma é assim como um azulejo

preso para sempre no concreto corpo

de onde só se sai para o nada...

 

 

ULISSES de ABREU
Enviado por ULISSES de ABREU em 18/10/2007
Código do texto: T699845

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Sobre o autor
ULISSES de ABREU
Viçosa - Minas Gerais - Brasil
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