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A flor da solidão

A angústia tão terrível do Destino
Joga água num Jardim feito de treva
Uma água que o homem entreva
Uma água que sufoca o desatino.

Perdendo o desejar, perder o tino
Uma memória seca que me enleva
Uma flor que se entrega, já que neva
Na campa onde a água gela em bloco fino.

Sem perfume de vida, descorada
A flor em seu lamento está plantada
Flor que não é tão bela e desejada...

Um sonho preencheu de belas rosas
As lágrimas viraram afetuosas
Flores tão ilusórias, tão vaidosas...
Fabio Melo
Enviado por Fabio Melo em 19/10/2007
Código do texto: T700490

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Sobre o autor
Fabio Melo
Santo André - São Paulo - Brasil, 33 anos
799 textos (267046 leituras)
6 áudios (1647 audições)
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Fabio Melo