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DE REPENTE

De repente
O sonho morre
Nada resta
Nada fica
Senão a saudade
Que queima,
Que arde,
E teima em ficar.

De repente
O vazio torna-se constante
A solidão me devora
A saudade angustiante
Que meu peito chora
Pela ausência indefinida
De alguém que amei,
De alguém que amo.

De repente,
Nada mais que de repente,
Percebo que o amor
Nada mais foi que platônico
Porque, na minha sina em te amar,
Nada recebi; apenas soube dar.

E me dei toda pra você,
Que acabou por esquecer
Que eu existo...
Despecial
Enviado por Despecial em 13/11/2005
Reeditado em 04/12/2005
Código do texto: T70823
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Despecial
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil, 57 anos
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