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Texto

Tudo é Paranóia

 

 

tudo

tudo é paranóia

a flor sem vaso

o silencio escuro

o computador sem memória

 

tudo

tudo é paranóia

o amor sem dor

as janelas cerradas

o beijo guardado no isopor

 

tudo

tudo é paranóia

a cabeça pra fora

a palavra presa sob a língua

a felicidade que evapora

 

tudo

tudo é paranóia

o poeta e o agora

o sentir sem ter sido

o poema que aflora...

 

 

ULISSES de ABREU
Enviado por ULISSES de ABREU em 25/10/2007
Reeditado em 25/10/2007
Código do texto: T709747

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Sobre o autor
ULISSES de ABREU
Viçosa - Minas Gerais - Brasil
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