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se eu escrevesse tudo que vem a cabeça



   se eu escrevesse tudo que vem a cabeça...

    DoiIS X O PALMEIRASEcorinthias. ah odeio futebol, cARALHO EM que fui meMETER ? Ah aquele Honório Cota, ah ele me paga, quer saber deixe estar, ele é mesmo um nadadDAadADadaíismo serve paAraR BUCEJAROUbucertar ? Já pensou em parar com tudo ? - Não foi eu quem fiz o
                       PENTATEUCO
                       penta teu cú?
                            - Não. eu não vou parar, sou mesmo onívoro, não!
                            - Você não era oníroco ?
                            - Não eu era ONÍRICO ?
                            - Ah é mesmo. Foi mal.
           - Não, seria balões de de presentes, onipresentes, eu comeria todos, ...
                                           ( e essas imagens que eu faço com
                                              elas ? ponho no poema, ou ñ
QUER DIZER QUE F.PESSOA          ponho ? melhor não. deixe estar. )
BEBIA MUITO, QUEM DIRIA.
EU VIVERIACOMOP.LEMINSKI
MAS TOMANDOUMA BOA CAI
PIRINHAQUE MAMÃE FAZ, RS
ACREDITO QUE POES IA VEM         . quando esse poema vai acabar ?
COM O ALCÓOL LZISAZ. SE ?
A EMA QUANDO PÕE UMA EMA
PÕE UMPOEMA ? SE EU METO
POEMETO ? SE ELA É MINHA          depois do ponto final é que ele
POEMINHA ? SE ELA RIA ? P        começa, xi, vai tudo de novo. m
OERIA, NADA É POESIA, TUD       as nada é novo ?
O É POESIA, NADA FAZ POE


                  ... pois é, todo mundo ia rir de mim, se eu escrevesse
 tudo que vem a cabeça, cabresto, cabra, cabra-macho cado, aca



E ESSE POVO OLHANDO PRA MIM
ESCREVENDO NUMA LAN, QUEM
MAIS ESCREVE, GASTA, PRA FA
ZR POESIA, MINHA ADOLESCÊN
CIA VEM NA CABEÇA, AH, DEUS

        aquela aula de matemática me matou hoje, pow, 2 ?
  ah! o poema, porra. acho que já riram de mim, e eu aqui. quem ?
       merda, essa cidade parace que só tem gente buurra. uma
 menina duns 13 anos vê pedofilia no PC ao lado, acho que ela esta
      sonhando. ham ? suicídio é covardia, não posso parar, o poema
 não pode, tem que virar um poema, que eu faço. sim! me mato
  não estou nem aí em ser covarde. merda! que ela faz aqui ? ela
  não. não entra em meu poema. essa songa-monga meio monge,
   essa oxíuro feminino das pernas lindas. não lindas não lindas sim.
 
" esquece pensa eu sua tia morta. "
" pare quando quiser, vejao farol, ei "

            ... todo o mundo ia rir de mim. não ia ?
VOU INVENTAR QUE O POEMA COMEÇA APÓS O PONTO FINAL, ELES VÃO FICAR VIAJANDO, EU POSSO FINGIR NÃO POSSO. F.PESSOA FINGIA. NÃO FINGIA ? POIS É hamburguer, hum, FINGIA SIM! VOU FINGIR TAMBÉM...

      a pois, este poema começa após o ponto final, é um poema reticências, um pensalento. não pensalento não, tem que ser melhor, vamos ver... hum,... tá certo.
          ponto final.
          delet ? delet ?
          EI EI EI, IUHUUUUM, PAM! PAM! A GENTE QUER VEEEEEERR,
 UM HORIZONTE DISTANTEEEEE.. é isso aí. horizonte.

   é um poema horizon


      queria ter ouvido mutantes hoje, eu saberia o que dizer, poderia até roubar alguma coisa, e fazer um poem
Guilherme Bastos L
Enviado por Guilherme Bastos L em 25/10/2007
Código do texto: T709813
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Sobre o autor
Guilherme Bastos L
São Paulo - São Paulo - Brasil, 27 anos
225 textos (12050 leituras)
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Guilherme Bastos L