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Cruel Sejas

Entrego minh’alma a morte
Cruel e fria, dona das dores.
Não reclamarei minha vida aos meus amores
Mas terei em meu descanso a sorte.

Não derramarei lágrimas em vão.
Cruel sejas, anjo meu!
Fizera deste ser o devaneio teu!
Não serei mais um ser humano são!

Não viverei mais neste mundo!
Não viverei! Não terei!
Morrerei ao fechar este ciclo!

“Sou o sonho de tua esperança,
tua febre que nunca descansa,
o delírio que te há de matar!”¹


¹ Fantasma - Álvares de Azevedo
Mayke Medeiros Rezende
Enviado por Mayke Medeiros Rezende em 01/11/2007
Código do texto: T719705

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Sobre o autor
Mayke Medeiros Rezende
Guapimirim - Rio de Janeiro - Brasil, 27 anos
34 textos (2248 leituras)
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Mayke Medeiros Rezende