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DELÍRIOS

Ponho as cartas sob a mesa
Um homem nunca se emociona
Andei de carro por Veneza
e fiz amor com a Madonna.

Revolução! Revolução!
A profissão exige ética
Vamos manter a união
mesmo que seja soviética

Vá devagar, não seja lento
Nunca foi tarde para amar
Sexo só após casamento
Sexta treze, dia de azar.
                                                           
Quem espera sempre aborta
Engulo facas, sou faquir
A virgindade não importa
É proibido proibir

O meio ao homem corrói
Pecado tem doce sabor
Caxias foi nosso herói
e o Cabral descobridor.

Fidelidade é doença
Pobre em constante regime
Ser criminoso não compensa
Discordar agora é crime.

A paz reinará com certeza
Há Carnaval em Barcelona
Ricos não sofrem de avareza
A dor prazer nos proporciona.
21/09/1991
Paulo de La Mancha
Enviado por Paulo de La Mancha em 02/11/2007
Reeditado em 03/11/2007
Código do texto: T720395

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Sobre o autor
Paulo de La Mancha
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil
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Paulo de La Mancha