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POESIA DE PAPEL

A minha verdade dura
pouco,sento neste branco
que me resta,que me olha
e penso...
Esses fragmentos de mim,
essa poeira que eu levanto,
não duram o eterno que eu
sonho...
O amargo que eu bebo,vem
de longe,mais vem de dentro.
Tranquiliza-me saber,que o sol
de amanhã,trará outra verdade
que me engolirá viva,novamente...
Talvez a loucura de olhar
pra mim me espante mais
que a loucura do "outro".
Sei muito pouco à meu
respeito,quase nada...
Ah...outra verdade fragmentada!
Eu sei muito mais do que eu
deveria saber,a ignorância carrega a "leveza"
da mente vazia...
Mas fazer o quê,se a minha melhor
companhia, é a própria poesia...
Luciane Lopes
Enviado por Luciane Lopes em 03/11/2007
Código do texto: T722263

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Sobre a autora
Luciane Lopes
Mirassol - São Paulo - Brasil, 46 anos
1215 textos (60426 leituras)
47 áudios (3088 audições)
1 e-livros (120 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 22/10/17 05:12)
Luciane Lopes