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Triste espera!


 
Sentei-me na soleira da porta,
Esperava o teu regresso.
Mas estavas demorada.
Que tristeza! Não chegavas!
Esta ânsia está a corroer o meu peito.
Por favor não tardes!
Necessito da tua presença,
Quanto mais não seja, só para te ver!
Era um fim de tarde, quente e calmo
O sol desaparecia por entre as árvores.
Uma brisa começou a fustigar-me na face.
Trazia o cheiro dos teus cabelos.
Eu esperava uma chamada tua.
Mas o silêncio reinava na nossa rua.
Todos já tinham recolhido.
Só eu, continuava sentado
Na soleira da nossa porta.
Esperava o teu regresso, mas tardavas!
Finalmente, vi que te aproximavas,
O meu coração bateu de alegria.
Quando te aproximaste
Beijamo-nos, com tanta intensidade
Que o fôlego me faltou.
Que bom, estamos de novo juntos.
Que alegria. Já posso gritar que...
És minha de novo!!!
 
Carlos Jorge Gomes Candan
Enviado por Carlos Jorge Gomes Candan em 04/11/2007
Reeditado em 04/11/2007
Código do texto: T722487

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Sobre o autor
Carlos Jorge Gomes Candan
Portugal
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Carlos Jorge Gomes Candan