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AINDA QUE OS PÁSSAROS SE CALEM

Tudo silencia hoje.
No ar há algo que não consigo identificar.
Um chorar.
Do vento?
Um lamento?
Não sei...
Só sei que minha alma pressente.
Minha alma sente.
Sente a ausência dos gorjeios festivos dos pássaros matutinos.
Minha alma pressente ao longe... sinos.
Para quem suplicam?
A cada badalar o meu coração chega a disparar...
Sinto no ar que alguma coisa está a se acabar.
Mas ainda que tudo seja triste, que na manhã os pássaros se calem...
Ainda assim acredito num mundo bonito.
Num renascer.
Num outro acontecer.
SONIA DELSIN
Enviado por SONIA DELSIN em 04/11/2007
Reeditado em 10/04/2011
Código do texto: T722729

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Sobre a autora
SONIA DELSIN
São Carlos - São Paulo - Brasil
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SONIA DELSIN