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FOME DE POESIA

E que seja estranho
o que eu sinto...
Não mentir é o caos
ao avesso.
Tropeço na palavra,
e quase me esqueço
de engolir a beleza
das entrelinhas...
Desejo no poema,e
sem querer rabisco
as minhas mãos...
Ser estranho que
desenha códigos...
Que respira a poeira
da poesia,analgesia.
E que seja estranho
tudo que me encanta,
e que seja autêntico
tudo o que me espanta
e me aquece...
Só o café não me basta
tenho fome, de poesia...
Luciane Lopes
Enviado por Luciane Lopes em 05/11/2007
Código do texto: T723974

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Sobre a autora
Luciane Lopes
Mirassol - São Paulo - Brasil, 46 anos
1215 textos (60432 leituras)
47 áudios (3088 audições)
1 e-livros (120 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 23/10/17 13:17)
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