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O Ultimo Titã

Eis que olho, nunca o que há perto,
Sempre incerto quanto ao que há longe...
E assim, meu olhar se perde; sempre quieto...
Na distância que traga os montes.

E quem reponde quando pergunto,
Com a voz rouca pela demora,
De dentro braços profundos,
Onde a saudade mora?
Lepão
Enviado por Lepão em 06/11/2007
Código do texto: T725757

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Sobre o autor
Lepão
Birigui - São Paulo - Brasil
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Lepão