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DISTORSÕES

Deságua no meu mar de poesia
Todo o rio à margem do qual caminho
Na presença ou na ausência do carinho
Do teu ser, quer seja noite ou dia

Formam estes rios, largos e escuros
Nascentes abertas às escondidas
Estigmas fincados em minha vida
Sorrisos largos, desejos turvos

Hoje eu sei, sofrer eu não mais consigo
A solidão, caminha lado a lado comigo
A indiferença vazia logo me abraça

Amigo é tarde! Tenho que ir embora
Preciso somente de comida naquela sacola
Duas pistolas, munição e minha cachaça.
POETA URBANO
Enviado por POETA URBANO em 08/11/2007
Reeditado em 13/11/2007
Código do texto: T729385
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
POETA URBANO
Camaçari - Bahia - Brasil, 42 anos
527 textos (13086 leituras)
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POETA URBANO