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Estranha

Estranha

Quem é esta que reclama fraqueza no meu peito?
De quem é este olhar que sem foco,
Olha por todos os cantos como quem está perdida?
O que você precisa, estranha?
Diga-me para que fuja logo de mim.
Não tenho muita paciência para pessoas como você.
Não gosto de pessoas cansadas, sem expectativas, sem perspectivas,
Que suprimem as forças vivendo o que não é ideal.

Vai, me diga logo.
Você tem me causado um certo desconforto.
Não quero mais você em mim.
Vá chorar seus amores perdidos longe de mim.
Vá viver isto bem longe.
Não me alimento de fracassos.
Não admito desesperança, desilusão.
Sim, sou forte. E não é você quem vai me provar o contrário.

Não, não me diga mais nada.
Suas frases não surtem efeitos.
Você é fraca. Você chora. Você lamenta. Fraca!!!
Em mim você não vai mais ficar.
E se ficar, arregace as mangas e vamos à luta comigo.
É isto aí. Eu não desisto. Eu não desacredito.
Eu não choro, eu não reclamo.
Eu sigo, eu grito. Eu faço alguma coisa.
Eu sou forte, sou valente, não choro...

Eu sou... é... eu sou......
Mas às vezes minto...

Débora Andrade
Débora Andrade
Enviado por Débora Andrade em 09/11/2007
Reeditado em 21/06/2008
Código do texto: T730713
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Débora Andrade
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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Débora Andrade