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Derrota

Não vivo, não vivo, não vivo!
Nesta dor de corpo lascivo
embalsamado em ouro puro
das lágrimas de mau augúrio.

Foi como deveria ter sido
p'ra mim, no âmago - minto! -
existencial do vasto sussurro:
És tu, pecaminoso ser, dono puro!

Mas basta o vasto vale altivo
apodrecer o forte compassivo
em mim, fenecer à sorte

que tu verás tal pranto passivo
encher tu'alma em escarlate vivo
e derrotar tua própria morte!
Mayke Medeiros Rezende
Enviado por Mayke Medeiros Rezende em 09/11/2007
Código do texto: T730916

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Sobre o autor
Mayke Medeiros Rezende
Guapimirim - Rio de Janeiro - Brasil, 27 anos
34 textos (2248 leituras)
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Mayke Medeiros Rezende