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A MINHA AUSÊNCIA...

Ausente estava
E onde estava calado permanecia
Amanhã surgia
A noite caia e eu nada fazia

Sentia dor e a febre ardia
Durante a noite
E assim permanecera por todo o dia
Roupas molhadas encharcadas de suor
Da febre que sem dó me fez parar

E ver o tempo passar devagar
Lento, remoto, distante
Mas, em nenhum instante
Deixei de acreditar, de esperar de confiar

Interressante como um mosquito tão
Pequeno, desinteressante
Pode com tanta intensidade deixar
Tantas pessoas em estado debilitante
E, por muitas vezes agonizante...
Pode conter tanto veneno
E causar tanto sofrimento
E nos pega assim a qualquer momento
Sem aviso, sem prévio consentimento
E temos que a Deus agradecer
Por não ser aquela dengue hemorrágica
Aquela que pode até nos deixar morrer...







JORGE BRITTO
Enviado por JORGE BRITTO em 13/11/2007
Código do texto: T735474

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Sobre o autor
JORGE BRITTO
Sumaré - São Paulo - Brasil
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JORGE BRITTO