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ALUCINAÇÃO

Odeio-te demais,
pela tua ausência
propositada,
tua indiferença
estudada,
e teu fingir
hipócrita
que nada, nada
para ti significo.

Odeio-te demais,
e a esse teu sorriso
que não esqueço...
O teu falar
sussurrado,
zombador,
- saindo dessa
boca desejada -
quando me calo,
emudecendo
na covardia
de expor
o desejo que me assola..

Odeio-te assim,
com todas
as minhas poucas
forças,
que te odiar
quase não conseguem,
quando foges
e me evitas,
deixando-me
só, eu e minha dor...

Odeio-te
Muito e mais ainda,
quando te acercas,
sabendo
que não revido
e debochas
sarcástico
dando-me o beijo ansiado

Odeio-te!
Oh! Como te odeio!
Quando sentindo
teu toque macio
- que minha pele
queima -
incendeias
minh´alma  e  corpo
em voluptuosa  chama
dando-me um prazer
inenarrável....

Odeio-te,
Juro que te odeio!
E vou odiar-te
sempre e sempre...
Até o próximo desfalecer..

TCastro
Enviado por TCastro em 15/11/2007
Código do texto: T738375

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Sobre a autora
TCastro
Lambari - Minas Gerais - Brasil
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