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Luísa Não Pode Ver a Noite


Luísa. Tento
Não gostar do
Seu nome. Mas o vento levou para longe
Toda a persistência.

O vento acena longe e os beijos se
Contracenam como borboletas
De primavera numa peça de teatro.

Luísa, venha sentar-se comigo para olhar
O brilho das noites.

Acendamos o mesmo cigarro...
Luísa, como amo seu nome, como
Detesto fingir que não gosto
Tanto.

A estrela não se apagará, mas
Acabo de lembrar que não podemos
Voltar para casa tão tarde... Mas já
É tarde demais e acho que vou morrer.

Não morrer por morrer. Morrer
Por pó você. Luísa que nem ao
Menos cheguei a conhecer.
Ágata
Enviado por Ágata em 19/11/2007
Código do texto: T743199

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Sobre o autor
Ágata
Franca - São Paulo - Brasil, 27 anos
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Ágata