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DO GRAMPO À GUERRA

A liberdade cobriu-se
Com uma manta amarela
E o povo, também amarelo,
Estacionava diante da tela

Tentando compreender o por quê
Do poder do tirano
De matar por engano (?)
As soberanias
Ao seu bel-prazer.

Em meu nome
E em nome de Deus?
Nosso aval,
Quem concedeu?

Talvez um povo néscio e sandeu
Que por instantes esqueceu
Que o poder é serviço,
Nem só seu nem meu.

O ditador dita a dor
E a dor dita, grita
Aos quatro cantos
Apavorada de espanto

Grampo, só de cabelo
Que enfeita a face da mãe-mulher
Bomba, só de chocolate
Que a tristeza da criança
Abate.
Não há sonho que a força bruta
Mate.
LEOMENESES
Enviado por LEOMENESES em 20/11/2007
Reeditado em 03/12/2007
Código do texto: T744126

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Sobre o autor
LEOMENESES
Eunápolis - Bahia - Brasil, 49 anos
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