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O EGITO E SEUS DEUSES

Desde tempos imemoriais que Deus revelou através das Sagradas Escrituras a base religiosa do povo egípcio. Os egípcios acreditavam em muitos deuses. E isso tem sido comprovado nos achados arqueológicos, e registrado em muitas obras literárias.

Neste artigo iremos abordar e questionar algumas citações do que se afirma numa dessas obras; bem como faremos considerações de modo a comparar o Egito nação com o egito religião, a fim de explicar o que afirma a Escritura.

Em uma citação dessas obras literárias encontramos a seguinte narrativa:

The ancient Egyptians believed in many gods. Before the time of the pharaohs, the Egyptians believed that animals or natural elements like the sun or wind were divine. Ou seja:

Os egípcios antigos criam em muitos deuses. Antes do tempo dos Faraós, os egípcios acreditavam que animais ou elementos naturais como o sol ou o vento eram divinos.

Alguns dos seus deuses eram feitos à semelhança de corpos humanos com cabeça de animais, veja:

Later, the god’s bodies were represented in human form but possessed the heads of crocodiles, rams, wild dogs, vultures, falcons and other animals. Ou seja:

Depois os corpos dos deuses eram representados em forma humana, mas possuindo as cabeças de crocodilos, carneiros, cães selvagens, abutres, falcões e outros animais.

Esses historiadores pensam que alguns dos conceitos contidos nas Sagradas Escrituras foram herdados ou tomados emprestados da religião ou religiões egípcia, veja:

The principle religions nowadays are Islam and Christianity, but both are borrowed and built upon earlier beliefs. Ou seja:

As principais religiões conhecidas na atualidade são Islã e Cristianismo, mas âmbas são tomadas emprestadas e edificadas sobre crenças primitivas.

Não irei questionar quanto a afirmação feita sobre o islã, mas quanto ao que acima transcrevemos e dito com relação ao cristianismo, não concordamos, e isso com base no que iremos manifestar no decurso desta obra.

Noutro texto da obra sobre o Egito, dizem:

The priests of Memphis were concerned with philosophical questions that still confront us today. To account for the act of creation, they thought that Ptah, god of Memphis, had created the world by acts of his mind and speech. Thus, the Egyptians believed that there was a greater intelligence and will behind creation than mere fate. Ou seja:

Os sacerdotes de Mênfis eram preocupados com questões filosóficas que confrontamos ainda hoje. Para explicar o ato da criação, eles pensavam que Ptha, deus de Mênfis, havia criado o mundo por ações de sua mente e voz. Assim, os egípcios acreditavam que essa era uma grande inteligência e propósito detrás da criação, do que simples fato.

Ainda que as Sagradas Escrituras não digam, certamente que desde Adão os homens sabiam que o mundo fora criado por Deus, e o meio que Ele usou para isso, ou seja, a sua palavra.

Diz a Sagrada Escritura que Enoque andou com Deus, e por isso fora arrebatado. Pelas Sagradas Escrituras compreendemos que para andar com Deus é preciso guardar os seus mandamentos.

A Sagrada Escritura também diz que Noé era pregoeiro da Justiça, e pelas Sagradas Escrituras  compreendemos que a Justiça é a lei de Deus, nos dando a saber que já àquela época havia conhecimento sobre a mesma, e que os homens haviam deixado de obedecê-la, razão porque ordenou Deus à Noé que construísse a arca para que ele fosse poupado do flagelo que Deus havia determinado inflingir sobre a geração contemporânea de Noé, pois que este fora achado justo diante de Deus. E como diz a Sagrada Escritura quem pratica a justiça de Deus é justo. I Jo. 3:7. E essa justiça corresponde aos mandamentos de Deus. Sl. 119:172, ú.parte.

Mesmo que naquela época não houvesse linguagem escrita, a história e as mensagens eram transmitidas e retransmitidas por meio da linguagem falada. Não é de admirar, portanto, que o antigo conhecimento tenha chegado aos pós-diluvianos, inclusive aos egípcios, por esse meio, e que ele fora usado por alguns que, já distantes de Deus, formaram conceitos deturpados sobre o Deus criador.

Diz a bíblia que havendo Deus determinado constituir a Abraão como pai de muitas nações, anunciou primeiramente a ele o evangelho. E pela bíblia sabemos que o evangelho é a lei de Deus. Mas os homens dizem que o evangelho é os primeiros livros do que convencionaram chamar de “novo testamento”, apesar de o novo testamento ser a lei de Deus, ou os seus mandamentos, que fora prometidos por Deus no novo pacto que ele faria com a casa de Israel, e também com os gentios, o que ocorreu na ceia feita por Jesus na noite que precedeu o dia da sua morte. Ele disse na ocasião: Esse é o novo pacto feito no meu sangue. Foi a homologação ou ratificação daquilo que ele já havia outrora instituído como condição para uma vida com ele e a vida eterna.

  Mas devido a lei de Hamurabi ser mais antiga que a de Moisés (?), pensam os homens que esta fora tomada em parte daquela. Não se deve presumir, os filhos de Noé foram instruídos por seu pai no tocante a justiça de Deus, assim como Abraão instruiu a Isaque, este a Jacó, que ensinou aos seus filhos que entraram no Egito. A Escritura diz que José foi tirado da prisão para instruir os anciãos do Egito. Sl. 105:22. Todo verdadeiro homem de Deus recebe de Deus a instrução relativa a sua justiça. Enoque, Noé, Abraão, Isaque e Jacó, bem como José, filho deste, eram homens de Deus. Foram provados e aprovados. Portanto, os conceitos emitidos no código de Hamurabi foram sintetizados daqueles que foram ministrados por homens de elevado conceito de justiça. Homens que têm a animais como deuses não são entendidos e nem iluminados, ainda que possam ter ou adquirir habilidades profissionais e conhecimentos nas ciências seculares. A Sagrada Escritura diz que Deus levantou a Faraó para mostrar o seu poder nele. Com todo o conhecimento de Faraó, este não pode evitar os juízos de Deus sobre o Egito, e seus magos só faziam aumentar as pragas mandadas por Deus, e operadas por Arão e Moisés, e não eliminá-las como fez o Deus de Moisés e Arão.

Como o Egito teve governantes de origem grega, aquela nação sofreu forte influência das crendices gregas. Observe o texto a seguir sobre o Egito.

Around the time of Christ’s birth, this temple complex, known as the “Pearl of the East”, was on of the most famous religious places in the world. The Greek rulers built this temple on the island of Philae and dedicated it to the goddess Isis, her husband Osiris, and son Horus. It was here on Philae that Isis discovered the heart of her murdered and dismembered husband Osiris. Ou seja:

Pelo tempo do nascimento de Cristo, este complexo de templo, conhecido como “A Pérola do Leste”, foi o lugar religioso mais famoso do mundo. Os governos gregos construíram este templo na ilha de Philae e dedicaram-no a deusa Isis, seu marido Osiris, e seu filho Horus. Foi ali na ilha que Isis descobriu o coração do seu falecido e desmembrado Osiris.

Sobre essa imagem tida como deusa, consta naquela obra:

The cow-headed Isis was the most people goddess in Egypt. The Egyptians worshipped Isis as the perfect wife mother, a goddess of purity and sexuality, whose magic could head sick children. The worship of Isis became so popular outside of Egypt that she was identified with other goddesses of the ancient world. The temple of Isis at Philae continued to attract worshippers until the 6h century A.D. Ou seja:

Isis cabeça de vaca foi a mais popular deusa do Egito. Os egípcios adoraram Isis como uma esposa e mãe perfeita, uma deusa de pureza e sexualidade, cuja magia podia encabeçar crianças doentes. A adoração de Isis tornou-se tão popular fora do Egito que ela foi identificada com outras deusas do mundo antigo. O templo de Isis em Philae continuou atraindo adoradores até o sexto século desta era (era cristã).

Na crendice dos egípcios também havia drama em tudo parecido com os que existem na mitologia grega, veja:

Isis was the mother of all of nature, mistress of all the elements, and a supreme divinity. She married her brother Osiris, who was killed and hacked into fourteen pieces by his brother Seth. Isis searched the world looking for the pieces of her dead husband. Wherever she found one she built a temple. By wrapping up the pieces of Osiris and bringing him back to life in the underworld, Isis created the first mummy. After saving her husband, she gave birth to a son, the falcon-headed god Horus, who avenged the murder of Osiris by killing Seth. The most people place to worship Isis was at the temple on the island of Philae, the place where she found her husband Osiris, heart. Ou seja:

Isis era a mãe de tudo da natureza, senhora de todos os elementos, e a suprema divindade. Ela se casou com seu irmão Osiris, que foi morto e cortado em quatorze pedaços por seu irmão Seth. Isis investigou o mundo buscando pelos pedaços do seu marido morto. Em toda parte onde ela encontrou um, ela construiu um templo. Para envolver os pedaços de Osiris e fazê-lo retornar do mundo dos criminosos à vida, Isis criou a primeira múmia. Após salvar seu marido, ela deu a luz a um filho, o deus Horus, cabeça de falcão, que vingou o assassinato de Osiris, matando Seth. O local mais popular de adoração a Isis era o templo na ilha de Philae, o local onde ela encontrou o coração do seu marido Osiris.

E mais. Veja:

A deusa Isis era a mãe de Horus. Ele era o deus falcão e “senhor do sol”, para os antigos. Faraós eram saudados com “viva horuses”, porque eles fizeram deuses quando de suas coroações.

Assim, os deuses egípcios eram fabricados ou criados por humanos, e, como tais, não podiam ser deuses criadores. Os governantes que se encontravam no poder como governo egípcio, também se arrogavam o direito de criar seus deuses segundo suas fantasias pisíquicas, veja:

The buildings surrounding Pompey’s Pillar included a temple to the god Serapis, a cross between Greek and Egyptian types of gods. Egypt’s ruler Ptolemy I, a Greek who led Egypt from this palace in Alexandria from 304 to 282 B.C., created Serapis. Ou seja:

Os edifícios das cercanias do pilar de Pompey incluíam um templo ao deus serapis, um cruzamento entre deus grego e tipos de deuses egípicio. O governador do Egito, Ptolemy I, um grego que governou o Egito de seu palácio em Alexandria de 304 a 282 AC., criou serapis.

The area, which is today known as Tel el Amarna, was the site of the greatest revolution in the history of Egyptian religious practice. Around 1.300 B.C., the Pharaoh Amenhotep IV changed his name to Akhenaten and with his wife, Queen Neferttiti, turned his back on the traditional religion based at Thebes. Together, the royal couple designed a new worship focusing on one god: Aten, the sun. Their worship is thought to be first known form of monotheism, or a religion based on the worship of one god. Ou seja:

A área que hoje é conhecida como “Tel el Amarna” foi o local da maior revolução na história de prática religiosa no Egito. Por volta de 1300 AC., o faraó Amenhotep IV mudou seu nome para Akhenaten, e com sua esposa, rainha Nefertiti, voltou as costas a tradicional religião fundada em Tebas. Junto, o casal real designou uma nova adoração enfocada em um deus: Aten, o sol. É pensado que a adoração deles é conhecida a primeira forma de monoteísmo, ou uma religião baseada na adoração de um só deus.

Como vimos, os egípcios faziam exatamente como ainda hoje fazem os homens, a saber, escolhem seus deuses segundo as suas conveniências. Na atualidade os homens escolhem o nome de um homem, forjam fantasias em torno dele e levam à apreciação dos seus líderes religiosos para que estes homologuem as suas beatificações, e assim tomam a imagem de homem ou mulher e fazem dela seus deuses, chamando-os de padroeiro ou padroeira. Celebram-lhe uma festa anualmente e carregam as suas imagens em procissão, invocando-os.

O culto a imagem nomeada de Maria, que dizem ter sido a mãe de Jesus, é uma prática pagã, originada no Egito e Grécia, e mais um deus fruto da imaginação humana. A imagem dessa deusa foi idealizada, e seus nomes dados por seus inventores e adoradores, dentre os quais: Maria de Nazaré, de Santana, das Graças, de Fátima, do Socorro, da Conceição, do bom parto, do Ó, etc., etc.

E a religião que pratica esse culto se nomeia cristã ainda que de Cristo nada tenha. Pois este é o Filho de Deus, ou a sua palavra, que se fez carne e esteve na forma humana entre os homens, e que tem sido tomado como um homem de elevado grau de caráter. Também lhe idealizaram uma imagem a qual adoram e cultuam, e que também carregam em procissão, exatamente como faziam os egípcios do antigo Egito. Não é sem razão que Deus considera o mundo gentio como o Egito simbólico.

Outrossim, os evangélicos conservam reminiscência da prática desses cultos, pois que algumas organizações tomam uma imagem do que dizem ter sido Jesus e inserem em seus livros e templos, assim como a imagem de uma ave, dizendo ser do Espírito Santo, tal qual no passado, veja:

Certain priests at the temple of Horus at Edfu were in charge of raisin and tending to a group of falcons, the birds which were sacred to the falcon-headed deity. During the coronation festival, the priests took one of the falcons from the aviary, crowned it, and put it into the inner chamber of the temple. The falcon lived for a year in the dark inner chamber, nibbling at the food, which the temple priests presented to it as offerings to the gods. The falcon was a symbol of the living spirit of Horus, whose speckled black granite statue also inhabited the inner chamber. Ou seja:

Certos sacerdotes no templo de Horus em Edfu tinham o cargo de invocar e cuidar de um grupo de falcões, os pássaros considerados sagrados na deidade cabeça de falcão. Durante o festival de coroação, os sacerdotes levavam um dos falcões do aviário, coroavam-no, e o colocavam na câmara interna do templo. O falcão morava por um ano na câmara interna, bicando na comida que os sacerdotes do templo presenteavam a ele como oferecimento aos deuses. O falcão era um símbolo do espírito de vida de Horus, de que manchavam estátuas de granito negro que também habitavam a câmara interna.

Na atualidade, mesmo homens de nações consideradas evoluídas têm buscado fazer ressurgir das ruínas os deuses do Egito e seus templos, gastando para isso somas elevadas, veja:

When debating how to move the great temple of Abu Simbel, the Swiss came up with the most reasonable solution. Cut the temple up into blocks and move it to a new location above the waters of the lake. With $36 million donated by the U.S., England, and other members of the United Nations, engineers and artisans began the task in 1964 – just as the waters of the Nile began to reach the bottom of the statue. The international force worked carefully to preserve the temple, using handsaws to minimize the damage while cut Abu Simbel into 1042 blocks and moved the temple to its new location. The project took four and a half years, and was completed 20 months ahead of schedule. The reconstructed temple reopened to tourists on September 22, 1968. Abu Simbel now sits under the concrete dome specially constructed for it, and it is air-conditioned!

Ao debater como mover o grande templo de Abu Simbel, a Suíça veio com a mais razoável solução. Cortar o templo em blocos e movê-lo para a nova localização sobre as águas do lago. Com 36 milhões de dólares doados pela Inglaterra, Estados Unidos, e outros membros das Nações Unidas, engenheiros e artesãos começaram a tarefa em 1964 – justamente quando as águas do Nilo começaram alcançar a base da estátua. A força internacional  trabalhou cuidadosamente para preservar o templo, usando serras manuais para minimizar a avaria enquanto eles cortavam Abu Simbel em 1.042 blocos e moviam o templo para sua nova localização. O projeto compreendeu quatro anos e meio, e fora completado 20 meses antes do previsto. O templo reconstruído foi reaberto ao turismo em 22 de setembro de 1968. Abu Simbel situa-se sobre a cúpula de concreto especialmente construído para ele, e possui ar condicionado.

In the 1960s, construction of the Aswan High Dam threatened to flood Philae completely. In much the same way the temple of Abu Simbel was relocated, the United Nations Educational, Scientific, and Cultural Organization started an international effort to rescue the Temple of Isis on Philae Island. An Italian construction company blasted 450 tons of granite from the nearby island of Agika to make it resemble Philae, then took the Isis temple apart into 47.000 blocks, moved it, and rebuilt it on Agika. The temple reopened in its new island location in March 1980.

Nos anos de 1960, a construção da elevada represa de Aswan ameçou inundar Philae completamente. No mais quase no mesmo caminho o templo de Abu Simbel seria transferido. A organização Educacional,  Científica, e Cultural das Nações Unidas começou um esforço internacional para salvar o templo de Isis na ilha de Philae. Uma companhia italiana de construção dinamitou 450 toneladas de granito da próxima ilha de Agika para fazê-la semelhante a Philae. Então desmontado o templo de Isis em 47.000 blocos, moveram-no, e reconstruíram-no em Agika. O templo foi reaberto na sua nova ilha local em março de 1980.

In 1959, the government of Egypt called on the United Nations Educational, Scientific, and Cultural (UNESCO) to help save the temple. The nations of the world responded to the call for help with overwhelming enthusiasm and made many suggestions for ways to save one of humanity’s most prized possessions.

Em 1959, o governo do Egito apelou a Organização Educacional, Científica e Cultural das Nações Unidas (UNESCO), para ajudar a salvar o templo. As nações do mundo responderam ao chamado com irresistível entusiasmo para o resgate, e fizeram algumas sugestões como caminho para salvar uma das mais valiosas possessões da humanidade.

Recentemente o governo religioso muçulmano determinou a demolição das estátuas de “Buda”, que existiam em seu território. Essa atitude foi reprovada por homens de vários países tidos como evoluídos, que consideraram a atitude insensata, dizendo ter elevado valor histórico e cultural. Chegaram a oferecer somas elevadas para que as imagens não fossem destruídas. Como não obvessem sucesso em suas pretensões, prntendem agora fazer uma réplica em um país, já tendo encomendado o projeto dela.

Com isso servem a deuses de pedra, apesar de a lei de Deus dizer: “Não farás para ti imagem de escultura, não te encurvarás a ela nem as servirás”. Êx. 20:4 e 5.

Os homens do egito-religião ainda hoje são supersticiosos tal como os do Egito nação, veja:
The ibis is considered to be a type of stork. The ancient Egyptians, however, considered the ibis to be sacred. The ancients choose the ibis, as well as the baboon, to represented their god thot, the god of de moon. Ou seja:

O Íbis é considerado um tipo de cegonha. Porém, os egípcios antigos consideraram que o íbis era sagrado. Os antigos escolheram o íbis, como também o babuíno, para representar o seu deus “thot”, o Deus da lua.

Quem era thot? Veja:

The god of writing, knowledge and wisdom. He had the head of a bird and a human body. Ou seja:
O deus da escrita, conhecimento e sabedoria. Ele tinha a cabeça de um pássaro e um corpo humano.

E mais:

In the summertime, storks from Africa migrate to Europe, where they build their nests on buildings. People in Denmark, Holland and Germany are happy to have the storks build the nests on their houses. These people believe that the storks bring good luck. Ou seja:
No tempo verão, cegonhas da África migram para a Europa, onde elas constróem seus ninhos em edifícios. Pessoas na Dinamarca, Holanda e Alemanha sentem-se felizes pelas cegonhas construírem os ninhos nas casas delas. Essas pessoas acreditam que as cegonhas trazem sorte.

No norte do Brasil, algumas pessoas pensam que o pássaro uirapuru dá sorte a quem possuir um exemplar mumificado desse pássaro, motivo pelo qual esse pássaro está quase em extinção. Também pensam que só o fato de uma borboleta adentrar as suas residências lhes traz sorte financeira. E essas pessoas se consideram religiosas.

Outrossim, dizem que o canto da coruja é agourento, assim como da rola, etc.

Como vemos, essas pessoas não foram libertas das suas crendices e superstições, razão porque são povos gentios ou pagãos.

Por conseguinte, os egípcios estabeleceram animais como seus deuses, veja:

On a bend in the Nile near the town of Kom Ombo stands the Great Temple of Kom Ombo built by the Greek rulers of Egypt, 2-nd century B.C. Although it was built long before advanced architectural tools were created, the temple is architecturally symmetrical. One side of the temple is dedicated to the crocodile god Sobek. The other side is for the worship of Horus the Elder. Ou seja:

Em uma curva do Nilo perto da cidade de Kom Ombo está localizado o grande templo de Kom Ombo construído pelos governadores gregos do Egito, no segundo século B.C. Embora construído muito tempo antes que ferramentas arquitetônicas avançadas fossem criadas, o templo é estruturalmente simétrico. Um lado do templo é dedicado a Sobek, o deus crocodilo. O outro lado é para a adoração do dignitário Horus.

E mais:

Because the ancient Egyptians who worshipped in the Temple of Sobek at Kom Ombo liked crocodiles, they depicted god as one. Priests maintained a reserve filled with crocodiles near the temple, believing that the crocodiles embodied the powers of Sobek. Even after a crocodile’s death, priests continued to care for it. The crocodiles were mummified and buried in a huge animal cemetery near the temple. Ou seja:

Porque os antigos egípcios que adoraram no templo de Sobek em Kom Ombo gostavam de crocodilos, eles descreveram deus como um. Sacerdotes mantiveram uma reserva cheia de crocodilos perto do templo, acreditando que os crocodilos encarnavam os poderes de Sobek. Até mesmo depois da morte de um crocodilo, sacerdotes continuaram querendo-o. Os crocodilos eram mumificados e enterrados num enorme cemitério animal perto do templo.

In ancient times, the crocodile was worshipped as the god Sobek. The ancient Egyptians dedicated many temples to the crocodile god. “Hail to the, Sobek, the Crocodilopolite,” sang the priests of the Egyptian town of Crocodilopolis each day, to beg the crocodile god to give life to Egypt. In the town of Crocodilopolis, sacred crocodiles were kept, fed, and decorated with pendants, bracelets, and earrings. When they died, the sacred crocodiles were embalmed and placed in sacred coffins. In 10 B.C., it was recorded that some Egyptian priests fed their pet crocodiles cakes and honey wine. In other parts of Egypt, crocodiles were not revered. They were devoured.
Antigamente o crocodilo fera adorado como o deus Sobek. Os antigos egípcios dedicaram muitos templos ao deus crocodilo. "Saúde a Sobek, o educado crocodilo", cantaram os sacerdotes da cidade egípcia de Crocodilópolis cada dia, implorando para o deus crocodilo dar vida ao Egito. Na cidade de Crocodilópolis crocodilos sagrados eram mantidos, alimentados, e enfeitados com pendentes, pulseiras, e brincos. Quando eles morriam, os crocodilos sagrados eram embalsamados e colocados em caixões sagrados. Foi registrado que, em 10 A.C., alguns padres egípcios alimentavam seus crocodilos fazendo bolos de mel e vinho. Em outras partes do Egito, crocodilos não foram adorados. Eles foram devorados.

Outras fantasias com relação ao animal que adoraram, veja.

In the later years of the Egyptian dynasties, the god Horus, son of Osiris, was said to have assumed the body of a crocodile as he searched for pieces of this father’s body in the Nile. Ou seja:

Nos anos posteriores das dinastias egípcias, o deus Horus, filho de Osiris, dizia ter assumido o corpo de um crocodilo, como tentando descobrir pedaços do corpo de seu pai no Nilo.

Khnukm
Khnum was the protector of the source of the Nile. Khnum had the body of a man with a ram’s head. The ancient Egyptians thought that he created the Nile by pouring water form a bowl into the riverbed, though the Nile’s waters actually start at lake Tana on the head-water of the white Nile. Others believe that Khnum was the original potter; the god who created a cosmic clay egg from which all life emerged. Ou seja:

Khnum era o protetor da nascente do Nilo. Khnum tinha o corpo de um homem com a cabeça de carneiro. Os egípcios antigos pensaram que ele criou o Nilo vertendo água de uma tigela no leito fluvial, embora as águas do Nilo na verdade comecem no lago Tana na cabeceira do Nilo branco. Outros acreditam que Khnum era o oleiro original; o deus que criou um ovo de barro cósmico do qual toda a vida emergiu.

At Esna, the Greek and Roman rulers constructed a temple dedicated to the ram-headed god Khnum. Only the great columned hall of the Temple of Khnum stands at Esna today. The other parts of the temple were destroyed or are buried underneath the modern city. Ou seja:

Em Esna os governos Grego e Romano construíram um templo dedicado a Khnum, o deus cabeça de carneiro. Só o grande rol de coluna do templo de Khnum encontra-se hoje em Esna. As outras partes do templo foram destruídas ou estão enterradas sob a cidade moderna.

The two of the Kom Ombo Temple are divided at the sanctuaries. A smaller chapel dedicated to Hathor, the love goddess, lies near the main temple. Ou seja:

Os dois templos de Kom Ombo são divididos nos santuários. Uma pequena capela dedicada a Hathor, a deusa do amor, localiza-se próximo ao templo principal.

Quem era Hathor? Veja:

A goddess of love. She was depicted as having a cow’s head, and the patron deity of Dendera. Ou seja:

Uma deusa do amor. Ela foi descrita como tendo a cabeça de uma vaca, e era a deidade padroeira de Dendera (uma cidade egípcia).

The Greek rulers of Egypt likened Hathor to their goddess Afrodite. She became the mistress of music, dance and joy. One of the most important feasts at Dendera was the Festival of Drunkeness, during which the chief priest danced sang and made offerings to Hathor. Ou seja:

Os governos gregos do Egito comparavam Hathor a sua deusa Afrodite. Ela tornou-se a amante de música, dança e alegria. Um dos mais importantes festivais em Dendera era o festival de embriaguês, durante o qual o principal sacerdote dançava, cantava e fazia oferendas a Hathor.

Hoje o mundo gentio é cópia fiel do Egito nação. Cada cidade dos gentios possui a sua padroeira ou padroeiro, assim como cada classe profissional.

Outro templo dedicado a um animal feito deus, veja:

A small temple dedicated to the hippopotamus goddess Opet stands in the temple complex at Karnak. Also worshipped under the name Thoeris, she was thought to protect women during chidbirth. Temple priests pampered a number of sacred hippos in an artificial lake near the temple. In other parts of Egypt, hippos were hunted, roped, speared, and killed. Hippo hide was used to make “courbashs”, the whips that government officials used to punish those who didn’t pay their taxes. This hippo hide whip was still in use until 1883, when it was outlawed by the British governors of Egypt. Ou seja:

Um pequeno templo dedicado a deusa hipopótamos Opet localiza-se no complexo do templo em Karnak. Também adorada sob o nome Thoeris, pensavam que ela protegia as mulheres durante o parto. Sacerdotes do templo amimalhavam vários hipopótamos sagrados em um lago artificial próximo ao templo. Em outras partes do Egito, os hipopótamos foram caçados, amarrados, lancetados, e mortos. Couro de hipopótamo era usado para fazer “courbashs”, os chicotes que oficiais do governo usavam para punir aqueles que não pagassem seus impostos. Este chicote de coro foi usado até 1883, quando foi banido pelos governos britânico do Egito.

In the Egyptian religion, hippos were an animal sacred to Seth, god of chaos, the murderer of the god Osiris. Other Egyptians, however, worshipped the oversized vegetarians beast as thoeris, a goddess of fertility and well-being. The Greeks worshipped thoeris using the name Opet.

Na religião egípcia, o hipopótamo era um animal sagrado, para Seth, deus do cáos, o assassíno do deus Osiris. Outros egípcios, contudo, adoraram o enorme animal vegetariano como thoeris, uma deusa de fertilidade e bem-estar. Os gregos adoraram thoeris usando o nome Opet.

As festas de hoje, tidas como religiosas, retratam antigas práticas dos egípcios, veja:

The Egyptians held many festivals at the Karnak temples. Perhaps the most spectacular fetival took place each year at the temple of Amun. This festival celebrated the life-giving floodwaters of the Nile. During the festival, the priests of the great temple carried the images of the god Amun, Amun’s wife Mut, and their son Khons from the inner most shrine of the temple to the banks of the Nile. The images were put on a barge and taken upriver to the temple ar Luxor. After a month or so, the icons were brought back to Karnak. This festival was called the “Opet festival”, because it was conducted to honour the hippopotamus goddess Opet. Ou seja:

Os egípcios comemoraram muitos festivais nos templos de Karnak. Talvez o festival mais espetacular teve lugar cada ano no templo de Amun. Este festival celebrou o doador da vida da enchente de águas do Nilo. Durante o festival, os sacerdotes do grande templo carregavam a imagen do deus Amun, de Mut esposa de Amun, de seu filho Khons do santuártio interno do templo para as margens do Nilo. As imagens eram postas em uma barcaça e levada sobre o rio até o templo em Luxor. Depois de um mês ou mais, as imagens eram levadas a Karnak. Este festival era chamado o “Festival Opet”, porque ele era feito para honrar Opet, a deusa hipopótamo.

Ra:
The Egyptian sun god. The most important deity in ancient Egypt. Ou seja:
O deus sol do egípcio. A mais importante deidade no Egito antigo.

Seth:
God associated with evil. He was the bhother and murdered of Osiris, god of the underworld. Ou seja:
Deus associado com mal. Ele era o irmão e assassino de Osiris, deus do mundo dos criminosos.

Anubis:
Jackal-headed son of Osiris. He was the god of embalming. Ou seja:

Cabeça de chacal filho de Osiris. Ele era o deus de embalsamar. E mais, veja:

Anubis was the canine god of cemeteries, embalming, and the underworld, and acted as the guardian of the deadh in the afterlife. He was often represented as a black jackal a dog in Ancient Egyptian art. When a person died, embalmers were anubis masks while mummifying the body. Then, according to religious texts, the god Anubis escorted the dead through the underworld, who would then pass “final jugment” on the clead.

Anubis era o deus canino de cemitérios enquanto embalsamando, e do mundo dos criminosos, e agia como o guardião da morte na vida após a morte. Ele foi frequentemente representado como um chacal preto ou um cão na arte egípcia antiga. Quando a pessoa morria, os embalsamadores usavam mascáras de anúbis enquanto mumificavam o corpo. Então, de acordo com textos religiosos, o deus anúbis escoltava o morto pelo mundo dos criminosos, que passaria pelo julgamento final do defunto.


Shu:
Egyptian god of air.
Deus egípcio do ar.

Aton:

A universal power whose symbol was the sun.
Uma força universal cujo simbolo era o sol.

Hapi, outro deus dos egípcios. Veja:

To the Egyptians, the floding of the Nile was a regular and predictable fact of life, but the origin of the water source was shrouded in mystery. Floods were thought to be a gift from the god Hapi, who was supposed to live in a cave at the very frontier of Egypt.

Para os egípcios, a enchente do Nilo era um fato regular e previsível da vida, mas a origem da fonte da água era envolto em mistério. Eles pensavam que as cheias eram um presente do deus Hapi, que era suposto viver numa caverna na fronteira do Egito.

Hoje há quem também creia numa entidade que regularia as águas, e a qual chamam de “Iara”, a mãe d’água. Além também de pensarem noutro ser a que chamam de “Pedro”, e que regularia as chuvas.

Ptha, outro deus dos egípcios. Veja:

Memphis was an important religious and administrative center for the ancient Egyptians. The city was Ptah, the builder. Ptah’s high priest in Memphis carried the title of “Greatest of Craftsmen.” Like other gods of Egypt, Ptah owned a sizable estate, and had bookkeepers to keep track of this income and holdings. Ou seja:
Memphis era um importante centro administrativo e religioso para os antigos egípcios. O deus da cidade era Ptah, o construtor. Eminente sacerdote de Ptah, em Mênphis, carregava o título de “Grande Artesão”. Como outros deuses do Egito, Ptah possuía uma grande estátua, e possuía contadores para manter seus impostos e proteger suas propriedades.

Os deuses também tinham seu rei, veja:

Amun was king of the Egyptians gods. Amun usually appears as a human being, but sometimes possesses a ram’s head. Mut was his wife, and khons, the god of the moon, was his son. Amun was the god of the great kings of Egypt who drove foreign invaders such as the Hyksos from the Nile Valley. These kings founded the New Kingdom and ruled over Egypt at the height of its power. At the height of Amun’s power, Libyan and Ethiopian kings adored him as the supreme god. The great Temple to Amun at Karnak was built over a period of 2.000 years and continues to overwnelm visitors to this day. Ou seja:

Amun era o rei dos deuses egípcios. Amun freqüentemente aparece como um ser humano, mas as vezes possuindo a cabeça de um carneiro. Mut era a esposa dele, e Khons, o deus da lua, era o filho dele. Amun era o deus dos grandes reis do Egito que dirigiu estrangeiros invadirem tal como os Hyksos do vale do Nilo. Esses reis fundaram o novo domínio e governaram sobre o Egito na plenitude do poder de Amun. Na altura da força de Amun, reis Líbio e Etíope adoraram-no como o deus supremo. O grande templo a Amun em Karnak foi construído sobre um período de 2.000 anos, e continua a submergir visitantes ainda hoje em dia.

E, como hoje, eles também adoravam gatos, veja:

At various places along the Nile, the Egyptians worshiped a lion or cat goddess. Known as Bastet, Pakhet, or Sekhnet according to location, she was a godess of vengeance, power, and healing. Egyptians kings hunted lions to power their strength. Ou seja:

Em vários locais ao longo do Nilo, os Egípcios adoraram um leão ou gato como deusa. Conhecidos como Bastet, Pakhet, ou Sekhmet, de acordo com a localização, ela era deusa vingadora, poderosa e curadora. Reis egípcios caçavam leões para provar suas forças.

Hoje não é diferente, pois que até a mulher pela qual os homens se apaixonam, chamam-na de gata, e de gato ao homem pelo qual a mulher tem seus encantos.

Os Nuer, um dos povos que habitam as margens do Nilo, têm também uma divindade a qual adoram, veja:

The Nuer of southern Sudan worships a being called Kwoth, which is the Nuer word for spirit. Kwoth is considered to be the spirit of the sky, but taken on a number of forms. The Nuer people pray and sacrifice to kwoth, who typically appears in the form of various plants and animals. Ou seja:

Os Nuer do Sul do Sudão adoram um ente chamado Kwoth, cujo é espírito na lingua Nuer. Kwoth é considerado ser o espírito do ceu, mas assumido várias formas. O povo Nuer reza e sacrifica a Kwoth, que tipicamente se parece nas formas de plantas e animais.

Um homem que requeria adoração da sua pessoa, veja:

“Ramsés II, better known as Ramses the Great, first came to Nubia as a young man with his fahter and learned the art of war. Ramsés conquered Syria and erected monuments to himself all over Egypt. Ramsés thought his real father was Amum, the sun god, and he believed that all people should worship him as they worship a god.

Ramsés II, mais conhecido como Ramsés o grande, primeiro veio ao Núbia quando homem jovem com seu pai, instruído na arte da guerra. Ramsés conquistou a Síria e erigiu monumentos para si por todo o Egito. Ramsés imaginava que seu pai verdadeiro fosse Amun, o deus sol, e ele acreditava que todas as pessoas lhe deviam adorar como elas adoravam um deus.

E até do Nilo fizeram seu deus, veja:

In ancient Egypt, one of the most dreaded jobs was doing laudry. The task was considered to be ritually unclean, because the Egyptians considered the Nile itself to be a god and washing clothes in the river soiled the god. In addtion, the laundry people feared the crocodiles that inhabited the washing places along the banks of the Nile. Ou seja:

No Egito antigo, um dos trabalhos mais pavoroso era fazer lavagem de roupas. A tarefa era considerada ser ritual imundo, porque os egípcios consideravam o próprio Nilo ser um deus, e lavando roupas no rio sujariam esse deus. No mais, as lavadeiras temiam os crocodilos que habitavam os locais alagados ao longo das margens do Nilo.

Semelhantemente, na atualidade, rios são nomeados e tratados como seres vivos. São cantados em versos e prosas, chegam a dizer que eles são as suas vidas. Assim, negam o autor da vida, Jesus, e se condenam a morte juntamente com os rios que já têm os seus dias contados.

Um caso típico é o S. Francisco, também chamado de velho “Chico”. Muitos dos que vivem às suas margens e/ou transitam nele, dizem que com o seu extermínio, eles também correm o risco de morrerem. E certamente morrerão. Pois que se guiam por vista e não olham para o autor da vida, e não sabem que até o próprio mundo como um todo tem os seus dias contados e que também terá fim. Acabam por adorar a criatura em lugar do criador, invertendo os papéis e contrariando os princípios estabelecidos por ele. E essa  compaixão por ele, pelo rio, não mudará em nada o que está decretado. Muitos nunca agradecem a Deus a água que bebem, não se lembrando que ele foi quem criou tudo, e que merece ser reconhecido e adorado.

Mas isso não é novo, veja:

The domestication of the Nile was also had spiritual consequences for the people of Egypt. Among the ancient Egyptians, the Nile was a focus of religious attention. Around the river they wove a complexe web of mythological expression based on their and to explain its umpredictable behavior.

A ação de domínio do Nilo podia também ter conseqüências espirituais para o povo do Egito. Entre os antigos egípcios, o Nilo era um centro da atenção religiosa. Em volta do rio eles teceram uma complexa teia de expressão mitológica baseada nas suas e para explicar seu imprevisível comportamento.

Com relação a vida após a morte, os egípcios também tinham conceitos formados, veja:

For the ancient Egyptians, the connection between life and the afterlife was very important. They believed that after death, a person’s soul traveled away from the mummified body into a vast underworld filled with challenges and dangers. The ultimate challenge waited in the Hall of the Two Truths. Here, the heart of the deceased person was tested and weighed by Osiris, god of the underworld, in the presence of forty-two “assessor gods.” To pass the test, the deceased person was required to recite a list of confessions.

Para o egípcio antigo, a conexão entre vida e a vida após a morte era muito importante. Eles acreditavam que depois da morte, a alma de uma pessoa viajava longe do corpo mumificado, num vasto submundo cheio de desafios e perigos. O último desafio esperado no Corredor das Duas Verdades. Aqui, o coração da pessoa falecida era testado e pesado por Osiris, deus do mundo dos criminosos, na presença de quarenta e dois "deuses assessores." Para passar no teste, era exigido da pessoa falecida recitar uma lista de confissões.

E mais:

The deceased person’s heart, when weigth, had to be lighter than a feather. If the deceased passed the test, he or she was allowed to spend eternity along the banks of a river, hunting and fishing in a world very much like Egypt. If the decesead failed the test, his or her heart was eaten up by a crocodile monster known as the “devourer of the dead.” Much of what was recorded in each “Book of the Dead” reflected standar moral beliefs of the time. Ou seja:

O coração da pessoa falecida, quando pesado, tinha que estar mais leve que uma pena. Se o defunto passasse no teste, ele ou ela era admitido a gozar a eternidade ao longo das margens de um rio, caçando e pescando em um mundo melhor que o Egito. Se o defunto fracassasse no teste, o coração dele ou dela era comido por um monstro crocodilo conhecido como o "devorador do morto." Muito do que foi registrado em cada "Livro do morto" refletiu padrões morais cridos à época.

Hoje não é muito diferente. Pois os gentios pensam também que após a morte uns vão para o céu, se disso forem dignos, enquanto que outros vão para um lugar de sofrimento a que nomeiam de purgatório, e outros ainda são destinados ao inferno, e que pensam ser um lugar de fogo onde são destinados a sofrerem. Apesar de inferno significar sepultura no latim.

Outras crendices com relação a vida após a morte.

To guide the soul when it was away from the body, the Egyptians compiled prayers, drawings, and magical spells into a “Book of the Dead”. These books were written on papyrus or leather, enclosed in a box decorated with an image of Osiris, and buried in the coffin or placed in the wrappings of mummies prior to burial. Arqueologists have found hundreds of these manuscripts, each on slightly different. Ou seja:

Para guiar a alma quando ela estava longe do corpo, os egípcios compilavam orações, desenhos, e encantamentos mágicos no “livro do morto”. Estes livros eram escritos em papiros ou peles, encerrado numa caixa decorada com uma imagem de Osiris, e enterrada no caixão funerário ou colocado no invólucro da múmia antes do enterro. Arqueólogos têm descoberto centenas destes manuscritos, cada um levemente diferente. Alguns continham instruções interessantes sobre procedimentos na vida após a morte.

Veja:

Each “Book Dead” presented a variety of helpful hints necessary for well being in the afterworld. Tips included how to escape from fishin nets, how to kill crocodiles, how to drive off locusts, and how to have a clear conscience. Ou seja:

Cada livro do morto apresentava uma variedade de sugestões necessariamente úteis para estar bem no outro mundo. Palpites incluiam como escapar de rede de pescadores, como matar crocodilos, como guiar gafanhotos, e como ter uma consciência nítida.

A book placed in the tomb containing prayers and instructions to help the dead person on his or her journey into the afterlife. Ou seja:

Um livro localizado numa tumba continha orações e instruções para ajudar a pessoa morta em sua viagem na vida após a morte.

The gods were often known by different names. For example, the god Horus was also known as “Har-pa-khered” or “Har-man”. Certain gods were more important it some locations thand in others. Generally speaking, Amun, the creathor of the word; Osiris, god of the underworld, and Isis the goddess of love, were three of the most important gods for the people of ancient Egypt.

Os deuses eram freqüentemente conhecidos por diferentes nomes. Por exemplo, o deus Horus também era conhecido como “Har-pa-khered” ou “Har-man.” Certos deuses eram mais importantes em algumas localidades que em outras. Geralmente falavam, Amun, o criador da palavra; Osiris, o deus do mundo dos criminosos, e Isis a deusa do amor, eram três dos mais importantes deuses para o povo do Egyto antigo.

Por que os egípcios mumificavam os seus corpos, ou os corpos das pessoas mortas? Veja:

Mummification was very important to the ancient Egyptians. The preservation of the body was important for going to the afterlife. If the body was not preserved, the soul could not recognize the body, and the two could not join up again in the underworld. Ou seja:

Mumificação era muito importante para os Egípcios antigos. A preservação do corpo era importante para quem ia para a vida após a morte. Se o corpo não fosse preservado, a alma não podia reconhecer o corpo, e os dois não podiam juntar-se outra vez acima do mundo dos criminosos.

Os egípcios também acreditavam em mágica, veja:

The ancient Egyptians believed in magic – even mummies could be affected by it. Accordin to a ceremony recorded in the Book of the Dead, it was possible to bring a mummy or a statue back to life – all you had to do was raise the leg of a bull towards the lifeless object and touch its face its with a knife blade in the shape of a fish tail! Ou seja:

Os egípcios antigos acreditavam em magia – igualmente que múmias poderiam ser afetadas por ela. De acordo com uma cerimônia registrada no livro do morto, era possível devolver a vida a uma múmia ou uma estátua – tudo que se tinha que fazer era levantar a perna de um touro em direção ao objeto sem vida, e tocar sua face com a lâmina de uma faca no formato da cauda de um peixe.

Objetos como amuletos:

Washabti. A small, magical model or statue placed in the tomb to do work in the nex world. Also called shabti or ushabti. Ou seja:

Washabti. Um pequeno modelo mágico ou estátua, colocada na tumba para trabalhar no mundo seguinte. Também chamada shabti ou ushabti.

Ankh, outro símbolo místico, veja:

The ancient Egyptians considered the ankh (pronounced “onk”) to be the sacred symbol of life. They believed that the being who held the ankh had the power to give or remove life from lesser beings. For this reason, kings, queens and gods were frequently depicted wearing or carrying an ankh, but the avereage ancient Egyptian could not wear the sacred symbol. Ou seja:

Os egípcios antigos consideravam o ankh (pronunciado “onk”), ser símbolo sagrado da vida. Eles acreditavam que o ser que possuisse o ankh tinha o poder de dar ou remover a vida de seres inferiores. Por isto, reis, rainhas e deuses foram freqüentemente pintados usando ou carregando um ankh, mas o egípcio antigo comum não podia usar o símbolo sagrado.

O egípcio do egito religião também usa símbolos tidos como sagrados. O principal deles é a cruz. Tida como o principal símbolo cristão. Mas existem outros, tais como: ”a figa”, “a ferradura”, “o trevo”, “a estrêla”, etc.

Bebidas lá e cá, ontem e hoje.

Ancient Egyptians beer was lumpy and had to be filtered through a strainer before drinking. The Egyptians made more than seventeen varieties of beer, and imported beer from far away Syria and Nubia. In general, beer was made in every household in ancient Egypt, just as it is in many parts of Africa today. The beer they made had a lower alcohol content than most beers have today. For lunch, ancient Egyptian workmen eat bread and whole onions, and drink beer. Fruits such as figs, dates, and pomegranates were also popular foods for the workers. Ou seja:

A cerveja do Egípcio antigo era encaroçada e tinha, portanto, que ser filtrada antes de beber. Os egípcios faziam mais de dezessete variedades de cerveja e importavam cerveja da Síria e Núbia, longínquas. Em geral, cerveja era feita em toda casa no Egito antigo, da mesma maneira que ela está em muitas partes da África hoje. Eles faziam cerveja contendo menor teor de álcool do que a maioria das cervejas hoje. Para o almoço, trabalhadores egípcios antigos comiam pão e cebolas inteiras, e bebiam cerveja. Frutas como figos, tâmaras, e romãs também eram comidas populares para os trabalhadores.

Intoxication was not unknown in ancient Egypt. At the annual festival of Hathor, pilgrins enjoyed drinking beer. These pilgrins believed that they could achieve mystical insights when drunk.

Embriaguês não foi desconhecida no Egyto antigo. No festival anual de Hathor, peregrinos alegravam-se bebendo cerveja. Esses peregrinos acreditavam que eles podiam conseguir intuição mágica quando bebados.

E hoje nas festas tidas como religiosas dedicadas aos pretensos deuses, a bebedeira é coisa certa. E muitos participam delas exatamente por isso. Até os sacerdotes também. Além dos festivais com essa finalidade, as quais nomeiam de: Festival da cerveja, festival do chop, Octuber fest, etc.

Não é por acaso que os gentios sofrem de diversos problemas gastrointestinais. Pois estes decorrem de hábitos errôneos com relação a alimentação.

Perfumes e cosméticos:

In the laboratory, one of the rooms of the inner sanctum, Egyptians priests prepared perfumes that were thought to be favorites of Hathor, te godess of hapiness, muisic, and dance. Egyptians wore wigs for social ivents and used a variety of cosmetics. Eyeliner was a popular cosmetic made of lead powder and commonly known as Kohl. Cheeks and lips were made red with mixtures of iron oxide. To apply fragrance, both men and women placed bread-loaf size cones of perfumed grease on their heads, which melted during the evening hours, supposedly cooling the head and creating an intoxicating aroma.

No laboratório, uma das salas da santa relíquia, sacerdotes egípcios preparavam perfumes que imaginavam serem preferidos de Hathor, a deusa da felicidade, música e dança. Egípcios usaram perucas para ocasiões sociais, e usavam uma variedade de cosméticos. Delineador era um cosmético popular feito de pó de grafita geralmente conhecido como Kohl. Bochechas e lábios foram feitos vermelhos com mistura de óxido de ferro. Para aplicar fragância, homens e mulheres colocavam pedaços de pão gorduroso de formato cônico em suas cabeças cujos dissolviam durante a noite, refrigerando supostamente as cabeças e criando um aroma excitante.

O mundo de hoje é uma cópia fiel do Egito primervo. É cheio de crendices, superstições e heresias.

Ainda hoje há quem se glorie no Egito, apesar de Deus dizer pelo profeta Isaías:

Na verdade são loucos os príncipes de Zoã; o conselho dos sábios conselheiros de Faraó se embruteceu; como, pois, a Faraó direis: Sou filho de sábios, filho de antigos reis? Onde estão agora os teus sábios? Notifiquem-te agora, ou informem-te sobre o que o Senhor dos Exércitos determinou contra o Egito. Loucos tornaram-se os príncipes de Zoã, enganados estão os príncipes de Nofe; eles fizeram errar o Egito, aqueles que são a pedra de esquina das suas tribos. O Senhor derramou no meio dele um perverso espírito; e eles fizeram errar o Egito em toda a sua obra, como o bêbado quando se revolve no seu vômito. E não aproveitará ao Egito obra alguma que possa fazer a cabeça, a cauda, o ramo, ou o junco. Naquele tempo os egípcios serão como mulheres, e tremerão e temerão por causa do movimento da mão do Senhor dos Exércitos, que há de levantar-se contra eles. Is. 19:11-16.

E qual foi a loucura dos egípcios? Veja:

Todos os artífices de imagens de escultura são vaidade, e as suas coisas mais desejáveis são de nenhum préstimo; e suas próprias testemunhas, nada vêem nem entendem para que sejam envergonhados. Quem forma um deus, e funde uma imagem de escultura, que é de nenhum préstimo? Eis que todos os seus companheiros ficarão confundidos, pois os mesmos artífices não passam de homens; ajuntem-se todos, e levantem-se; assombrar-se-ão, e serão juntamente confundidos. O ferreiro, com a tenaz, trabalha nas brasas, e o forma com martelos, e o lavra com a força do seu braço; ele tem fome e a sua força enfraquece, e não bebe água, e desfalece. O carpinteiro estende a régua, desenha-o com uma linha, aplaina-o com a plaina, e traça-o com o compasso; e o faz à semelhança de um homem, segundo a forma de um homem, para ficar em casa. Quando corta para si cedros, toma, também, o cipreste e o carvalho; assim escolhe dentre as árvores do bosque; planta um olmeiro, e a chuva o faz crescer. Então serve ao homem para queimar; e toma deles, e se aquenta, e os acende, e coze o pão; também faz um deus, e se prostra diante dele; também fabrica uma imagem de escultura, e ajoelha-se diante dela. Metade dele queima no fogo, com a outra metade prepara a carne para comer, assa-a e farta-se dela; também se aquenta, e diz: Ora já me aquentei, já vi o fogo. Então do resto faz um deus, uma imagem de escultura; ajoelha-se diante dela, e se inclina, e roga-lhe, e diz: Livra-me, porquanto tu és o meu deus. Nada sabem, nem entendem; porque tapou os olhos para que não vejam, e os seus corações para que não entendam. E nenhum deles cai em si, e já não têm conhecimento nem entendimento para dizer: Metade queimei no fogo, e cozi pão sobre as suas brasas, assei sobre elas carne, e a comi; e faria eu do resto uma abominação? Ajoelhar-me-ei ao que saiu de uma árvore? Apascenta-se de cinza; o seu coração enganado o desviou, de maneira que já não pode livrar a sua alma, nem dizer: Porventura não há uma mentira na minha mão direita? Is. 44:9-20. Envergonhar-se-ão, e também se confundirão todos; cairão juntamente na afronta os que fabricam imagens. Is. 45:16. A quem me assemelhareis, e com quem me igualareis, e me comparareis, para que sejamos semelhantes? Gastam o ouro da bolsa, e pesam a prata nas balanças; assalariam o ourives, e ele faz um deus, e diante dele se rostram e se inclinam. Sobre os ombros o tomam, o levam, e o põem no seu lugar; ali fica em pé, do seu lugar não se move; e, se alguém clama a ele, resposta nenhuma dá, nem livra alguém da sua tribulação. Lembrai-vos disto, e considerai; trazei-o à memória, ó prevaricadores. Lembrai-vos das coisas passadas desde a antiguidade; que eu sou Deus, e não há outro Deus, não há outro semelhante a mim. Is. 46:5-9.

Por isso, veja o que fará Deus com o Egito:

Peso do Egito. Eis que o Senhor vem cavalgando numa nuvem ligeira, e entrará no Egito; e os ídolos do Egito estremecerão diante dele, e o coração dos egípcios se derreterá no meio deles. Porque farei com que os egípcios, se levantem contra os egípcios, e cada um pelejará contra o seu irmão, e cada um contra o seu próximo, cidade contra cidade, reino contra reino. E o espírito do Egito se esvaecerá no seu interior, e destruirei o seu conselho; e eles consultarão aos seus ídolos, e encantadores, e aqueles que têm espíritos familiares e feiticeiros. E entregarei os egípcios nas mãos de um senhor cruel, e um rei rigoroso os dominará, diz o Senhor, o Senhor dos Exércitos. E secarão as águas do mar, e o rio se esgotará e ressequirá. Também os rios exalarão mau cheiro e se esgotarão e secarão os canais do Egito; as canas e os juncos murcharão. A relva junto ao rio, junto às ribanceiras dos rios, e tudo o que foi semeado junto ao rio, secará, será arrancado e não subsistirá. E os pescadores gemerão, e suspirarão todos os que lançam anzol ao rio, e os que estendem rede sobre as águas desfalecerão. E envergonhar-se-ão os que trabalham em linho fino, e os que tecem pano branco. E os seus fundamentos serão despedaçados, e todos os que trabalham por salário ficarão com tristeza de alma. Is. 19:1-10.

E como o Egito hoje não é mais um reinado, essa predição refere-se ao mundo como um todo. Pois diz o Senhor que se levantará reino contra reino. Confirma isso as palavras de Jesus na predição da grande tribulação, veja:

Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio das dores. Mt. 24:7 e 8.

E para os seus ele determina:

E depois destas coisas vi descer do céu outro anjo, que tinha grande poder, e a terra foi iluminada com a sua glória. E clamou fortemente com grande voz, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, e se tornou morada de demônios, e covil de todo espírito imundo, e esconderijo de toda ave imunda e odiável. Porque todas as nações beberam do vinho da ira da sua prostituição, e os reis da terra se prostituíram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram com a abundância de suas delícias. E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas. Porque já os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou das iniqüidades dela. Tornai-lhe a dar como ela vos tem dado, e retribuí-lhe em dobro conforme as suas obras; no cálice em que vos deu de beber, dai-lhe a ela em dobro. Quanto ela se glorificou, e em delícias esteve, foi-lhe outro tanto de tormento e pranto; porque diz em seu coração: Estou assentada como rainha, e não sou viúva, e não verei o pranto. Portanto, num dia virão as suas pragas, a morte, e o pranto, e a fome; e será queimada no fogo; porque é forte o Senhor Deus que a julga. E os reis da terra, que se prostituíram com ela, e viveram em delícias, a chorarão, e sobre ela prantearão, quando virem a fumaça do seu incêndio; estando de longe pelo temor do seu tormento, dizendo: Ai! ai daquela grande Babilônia, aquela forte cidade! pois numa hora veio o seu juízo. E sobre ela choram e lamentam os mercadores da terra; porque ninguém mais compra as suas mercadorias: Mercadorias de ouro, e de prata, e de pedras preciosas, e de pérolas, e de linho fino, e de púrpura, e de seda, e de escarlata; e toda a madeira odorífera, e todo o vaso de marfim, e todo o vaso de madeira preciosíssima, de bronze e de ferro, e de mármore; ecanela, e perfume, e mirra, e incenso, e vinho, e azeite, e flor de farinha, e trigo, e gado, e ovelhas; e cavalos, e carros, e corpos e almas de homens. E o fruto do desejo da tua alma foi-se de ti; e todas as coisas gostosas e excelentes se foram de ti, e não mais as acharás. Os mercadores destas coisas, que com elas se enriqueceram, estarão de longe, pelo temor do seu tormento, chorando e lamentando, e dizendo: Ai, ai daquela grande cidade! que estava vestida de linho fino, de púrpura, de escarlata; e adornada com ouro e pedras preciosas e pérolas! porque numa hora foram assoladas tantas riquezas. E todo o piloto, e todo o que navega em naus, e todo o marinheiro, e todos os que negociam no mar se puseram de longe; e, vendo a fumaça do seu incêndio, clamaram, dizendo: Que cidade é semelhante a esta grande cidade? E lançaram pó sobre as suas cabeças, e clamaram, chorando, e lamentando, e dizendo: Ai, ai daquela grande cidade! na qual todos os que tinham naus no mar se enriqueceram em razão da sua opulência; porque numa hora foi assolada. Alegra-te sobre ela, ó céu, e vós, santos apóstolos e profetas; porque já Deus julgou a vossa causa quanto a ela. E um forte anjo levantou uma pedra como uma grande mó, e lançou-a no mar, dizendo: Com igual ímpeto será lançada Babilônia, aquela grande cidade, e não será jamais achada. E em ti não se ouvirá mais a voz de harpistas, e de músicos, e de flautistas, e de trombeteiros, e nenhum artífice de arte alguma se achará mais em ti; e ruído de mó em ti não se ouvirá mais; e luz de candeia não mais luzirá em ti, e voz de esposo e de esposa não mais em ti se ouvirá; porque os teus mercadores eram os grandes da terra; porque todas as nações foram enganadas pelas tuas feitiçarias. E nela se achou o sangue dos profetas, e dos santos, e de todos os que foram mortos na terra. Ap. 18:1:24.

Para melhor saber quem é essa grande cidade, também chamada “A Grande Babilônia”, leia o trabalho que codificamos com o título “A Grande Babilônia”.
oliprest
Enviado por oliprest em 20/11/2007
Reeditado em 20/11/2007
Código do texto: T744506
Classificação de conteúdo: seguro

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