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ESPELHOS

Meu rosto tingido de vermelho
Minha alma presa no espelho
Querendo sair
Meus sonhos abandonados
Num cabide dependurados
Tentando existir
Meus planos fracassados
Meu desejo esfomeado
Do corpo a se esvair
A despedaçada rosa amarela
Não mais presa na lapela
No chão a se extinguir
A grande luz da minha vida
Glorificada depois partida
Sem força para luzir
Tudo são restos do amor
Formando uma colina de dor
No espelho a refletir

Celio Govedice
Enviado por Celio Govedice em 22/11/2007
Reeditado em 22/11/2007
Código do texto: T747698

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Sobre o autor
Celio Govedice
Santana de Parnaíba - São Paulo - Brasil
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Celio Govedice