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POUCA COISA

As coisas nunca foram tão fáceis para mim,
O que eu consigo é com muita luta e garra,
Mas fico feliz por terem acontecido assim;
Conseguir vencer lutando, sempre na marra.

O que eu consigo é de um sabor sem igual,
Me enobrece me deixa um sentimento único.
Acho se as coisas viessem de forma natural;
Não me deixariam assim alegre e satisfeito.

Nunca recebi nem ganhei nenhuma herança,
E nem tampouco ganhei fortunas na loteria,
Melhor é ter pouco, vivendo com esperança;
E com tanta grana eu não sei nem o que faria.

Por isso tenho comigo que não adianta correr,
Nem ficar esperando as coisas caírem do céu,
Trabalhar duro, viver, amar, fazer a vida valer;
Ter certeza de que o hoje foi um dia que valeu.

Para consumar a alegria de uma vida que vale,
Um amor sincero, uma mulher que me entenda;
Uma música suave, romântica que nos embale,
Bailando colados e nos seus braços me prenda.

Que eu seja apenas esse simples trabalhador,
Que batalha duro na labuta diária do dia a dia,
A cair à noite, corpo cansado, sono reparador;
Sem me abalar com o vil metal que contagia...
Lúcio Astrê
Enviado por Lúcio Astrê em 22/11/2007
Código do texto: T748441

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Sobre o autor
Lúcio Astrê
Euclides da Cunha - Bahia - Brasil, 60 anos
263 textos (10237 leituras)
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Lúcio Astrê