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Clarão da verdade

Olhos de marasmo
Lacrimejam levemente
Com o ardor solene
Sofrimento calado
Constrangido pela natureza,
A natureza humana.
A dor que destrói
O valor que não dói,
Descarto a facilidade
Para só assim
Construir a muralha
Do vencer e da honestidade.
Pensar atordoado
No surto do desespero,
Enredo selvagem
Camufla o saber
No desenrolar da carruagem.
Pitadas de paciência
Sorrisos e gargalhadas
Sorteiam meus sentidos
A facultar os holofotes
No clarão da verdade.



ZUKER
Enviado por ZUKER em 24/11/2007
Código do texto: T751408

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Sobre o autor
ZUKER
Fortaleza - Ceará - Brasil, 39 anos
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4 e-livros (78 leituras)
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