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Menina


Descobrir;
Vou por um fim e ficar esperando a salvação do lado de fora do muro,
As barreiras estão altas para eu alcançar
E quase que caio tentando expiar o lado de dentro
A muita pureza naquelas pedras escondidas no nada
É muita falta de atenção minha permanecer sóbrio
Vejo vagar às ruas além de mim
Faço bocejos de ânsia tristonhos
Reclamo da saudade ambulante que invade o meu canto
Estão aqui os meus soluços desesperados
Essa aflição de menina cai sem saber se levantar
Que chora e não sabe amar...
Balançando na rede gelada da vida
Falecem os dias de paixões freadas de donos suplicantes
Deixando-se ficar presa pelas garras de almas viajantes
Impuras de devaneios proibidos
Uma menina que nem sonha devidamente neste mundo
Respira  prisão mofada e cheia de teias de aranha
É uma dor que desaparece ao fundo da alma.
Velejando pelas veias sem sangue lamento não ser aprendiz
O amor rejeitou-me inflamavelmente.
Perdi a vontade de recomeçar...
Quase morri pelo cantinho escuro do muro
Tinha lá um lago onde descansei minha fraqueza.
Fui de encontro ao puro e sossegado sono.

cléo
Enviado por cléo em 25/11/2007
Reeditado em 25/11/2007
Código do texto: T752789
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Sobre a autora
cléo
Jardim do Seridó - Rio Grande do Norte - Brasil, 34 anos
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cléo