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Serei o Boêmio

Serei como o bom homem
Que vive sorrindo, a cantar!
O boêmio que a vida consome
Vagando, feliz, ao luar.

Que teme o sol das manhãs
E teus raios, a encomodar
Que ri, aos domingos, das irmãs
Que vivem, cinicamente, a rezar!

Serei o boêmio das praças
Amigo do palhaço já triste
Embreagados, já ambos sem graça
Mas provando que a vida existe.

Bons amigos, um aqui, outro ali
Nenhum para se confiar
Andando, sorrindo e chorando
Morrendo de bar em bar.

E quando a morte chegar
Não chorem por um indigente
Sorriam, por presenciar
Uma vida que foi diferente.
Júnior Leal
Enviado por Júnior Leal em 24/11/2005
Reeditado em 01/02/2006
Código do texto: T75519

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Sobre o autor
Júnior Leal
Lagoa Santa - Minas Gerais - Brasil, 31 anos
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Júnior Leal