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A minha libertação!...

A minha libertação!..

A minha prisão.
Tem muros. Elevados, fechados!
Sem portas!...sem janelas!
Nem frestas, se vêm nela.
Sou prisioneira, emudeço.
Paredes urdidas.
De superstições, de mentiras.
De medos, de teias,
de enganos.
De faltas de afeição.
De rancores e maldições.
De prantos.
De raivas e adversidades.
De faltas de liberdade
Agrilhoada a deveres.
Sujeições e decisões.
Leis caducas; obrigações.
De tristezas e penares.
E quem me pode julgar?..
Se julgada já estou!...
E, quando me sinto mais despojada.
Dou largas a essa liberdade.
Que sinto ser limitada.
Resultante da decisão.
Que defendi a mim própria.
De sair da obscuridade.
Da ignorância e maldade.
Dos poderes e das obsessões.
Sentindo-me inconformada.
Dou asas a essa reparação.
Liberdade condicional transformada
E descubro, a trilha do amor.
E decreto-me livre e feliz

De tta

Novembro2007
Tetita
Enviado por Tetita em 28/11/2007
Código do texto: T756661

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Sobre a autora
Tetita
Setúbal - Setúbal - Portugal
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