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de pulgas e cupins

quero ter o teu abraço
não o abraço do ricaço
mas o abraço do amigo
pode crer no que te digo
muito pouco do que faço
tem a ver com esse laço
que preserva o inimigo
em função do estardalhaço
ou do chumaço de valores
que o cara tem no banco
seja ele preto ou branco
ou o próprio negro-aço
o que importa é o maço
de suas notas na carteira
e não se ele a vida inteira
não passou de um palhaço
que viveu embevecido
pelo raio, no compasso,
que alcançou sua riqueza
denotando até cansaço
pois tornou-se na avareza
que implica no castigo
feio como o espinhaço
de achar que a gente leva
tudo o que temos com a gente
mas não se desoriente
e não ligue pro que digo
ou não corra o perigo
de fazer o que eu faço

             
Rio, 11/05/2007
Aluizio Rezende
Enviado por Aluizio Rezende em 29/11/2007
Código do texto: T757170

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Sobre o autor
Aluizio Rezende
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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