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Asfixia

          Asfixia

Ah! essa solidão eterna
que talha a alma da vida,
como o aço frio da espada
sem piedade a carne decepa.

Ah! ser bestial e bastardo,
não me chames de amigo.
Afasta-te do meu caminho
e não abraces meu corpo.

És de um mundo demoníaco,
feito de desamor e egoísmo.
Respiras o ar que não respiro,
e sentes aquilo que não sinto.

Larga a âncora que o prende
a mim, e abandona meu casebre.
Teu companheiro de berço pobre
é a perversão que não faço parte.


15/05/05              Anderson Aguilar
Anderson José de Aguilar
Enviado por Anderson José de Aguilar em 29/11/2007
Código do texto: T758098

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Sobre o autor
Anderson José de Aguilar
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 60 anos
12 textos (209 leituras)
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