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Avarenta serpente

Como bailam as serpentes
No teu vaso de marfim
Como giram, como tremem
E esse baile não tem fim.

Lançam longe, as serpentes
Seu veneno tão ruim
E se beijam e o seu beijo
Lembra o gosto de alecrim.

Bailam, bailam as serpentes
Na tua sala de marfim
E se abraçam sem parar
Mas nenhuma abraça a mim.

São malvadas as serpentes
Que você criou sem mim
Lhe entreguei o meu amor
Mas você ama o marfim.
Natalie Félix
Enviado por Natalie Félix em 30/11/2007
Código do texto: T758760
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Sobre a autora
Natalie Félix
Rio das Ostras - Rio de Janeiro - Brasil, 33 anos
5 textos (138 leituras)
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Natalie Félix