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Febre De Amor

Diluo-me na embriaguez dos anjos;
Exprimo o choro universal.
A fé como fêmea, farpa?
Afundando a ferida...

Encontro num suspiro,
O primitivismo, que dá voz
a sede não saciada,
De silêncios e eternidades mortas.

Na lucidez das lágrimas
O olhar do poema
Dói de lirismo.
A luz dos sóis vacila

Semeando crepúsculos
Que sangrentos nascem
De minha carne rôta...
A flamejar de febre.

Luis Felipe Saratt
Enviado por Luis Felipe Saratt em 03/12/2007
Reeditado em 05/10/2008
Código do texto: T763410
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Sobre o autor
Luis Felipe Saratt
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil, 35 anos
61 textos (1087 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 20/08/17 12:55)