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Quadreto de Amor Mor

O amor, que sentimento,
Tão belo e tão fatal,
Acaba na lei do tempo
Por nos fazer sempre mal.

Capaz de almejos vencer,
De todos e de ninguém,
Por tudo ou nada saber
Quiçá é amor por bem.

Também muda e como o vento,
Seja brisa ou vendaval,
Amor, prazer, sofrimento,
Posto à prova de punhal.

Se era, deixa de ser
Amor dono ou refém,
Sempre pronto a renascer
Tem o esplendor que tem.

♥ ♠ ♥ ♠ ♥

Se porventura, estimado Leitor, quiser aperceber-se da aspergente concepção do quadreto em apreço, contacte o seguinte endereço: http://www.quadretodeamormor.blogspot.com

António Torre da Guia
Enviado por António Torre da Guia em 28/11/2005
Reeditado em 01/12/2005
Código do texto: T77918
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Sobre o autor
António Torre da Guia
Porto - Porto - Portugal, 77 anos
8 textos (247 leituras)
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António Torre da Guia