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Vertigens

Ninguém vê no escuro, ninguém.
Ninguém sabe o futuro, ninguém.
O sábio não sabia nada.
Todos se expressam, nem todos.
Todos são ouvidos, nem todos.
A pura ignorância.
O tempo não pára, nunca.
O homem e a eternidade, nunca.
Sóbrios.
A luz mais rápida, verdade.
O som tão surdo, verdade.
A natureza:
Ninguém conhece;
Nem todos a vêem;
Nunca errou;
Conhece a verdade.
Pancho
Enviado por Pancho em 06/12/2005
Código do texto: T81837
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Sobre o autor
Pancho
Sorocaba - São Paulo - Brasil, 30 anos
33 textos (1091 leituras)
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