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Marcas do amor.

 A noite que passei em claro
me deixou marcas.
 Marcas que não são visíveis a olhos nús,
mas que enchergamos pelo coração.
 Dormi um sono pesado, corri pela
madrugada em busca de uma explicação.
Encontrei.
É o amor.
 Quando amamos, sofremos ao reinar em
um paraíso.
 Jurei nunca amar, amo perdidamente.
 Jurei jamais me declarar, declaro-me sempre que posso.
E gosto. Sofro, amo, gosto ou não gosto? O que não quero é parar de amar, de sentir e de provar a esperança de ser feliz. Amo sentir o prazer de está apaixonada. As vezes fico magoada. A vida é essa, o que posso fazer, meu coração é fraquinho, fraquinho...
Natália Freitas
Enviado por Natália Freitas em 17/12/2005
Código do texto: T86959
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Sobre a autora
Natália Freitas
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 35 anos
62 textos (3628 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 22/10/17 01:15)
Natália Freitas