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RESPOSTAS

Existe a sorte de viver
Ou a morte é uma sorte
Turbilhões de necessidades
Espalhadas nas barrigas vazias
Destas tristes almas negras.

Nem sobejo desta pequena
Camada autoritária, capitalista
Menos pior que o comunismo
Nunca iremos saber
Fica ao mais fraco.

A convulsão patética
Em cada cidadão
Que se acha afortunado
Cólera aprofundada
Apenas o que se encontra.

Dentro dessas infrutíferas
Reações desordenadas
No íntimo de cada um.

Existe o despertar
Ou simplesmente podemos parar
Diante de tudo que acontece
Regredindo a cada dia.

A cada um é dado
Pensar, meditar, calado
Responder a tudo
Sem ao menos
Levantar a mão.
Julio Alves Filho
Enviado por Julio Alves Filho em 16/01/2006
Código do texto: T99386

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Sobre o autor
Julio Alves Filho
São Paulo - São Paulo - Brasil, 53 anos
233 textos (13519 leituras)
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Julio Alves Filho