Perdão.

É tanto melodrama,

E o peso fica tão maior.

Falsos versos de dor, tamanho dissabor,

São rimas e ritmo, falsos...

Ambos menores, descrentes em poética decrescente.

Gestos insignificantes carregam o pesar.

Só peço à Deus o fardo correto,

Para carregar seu peso em passos firmes,

Ainda que lentos, sempre em frente.

Foram três anos para sentir pena de mim,

Fui infeliz, parei tamanho medo...

Fragmentei a verdade,

Preenchi espaços com dor e emoção,

Cortei meus braço, bebi até cair.

Perdão.

Peço por mim.

Fui tão longe, que permaneci parado, ensimesmado.

E lá fiquei.

Leo Magno Mauricio
Enviado por Leo Magno Mauricio em 07/10/2008
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