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O Errante!

Meus passos viraram história por esta via,
Arduos caminhos de pedras e espinhos vividos.
Unico sou neste mundo árido e frio,
Retirante desta selva de pedra sem vida,
O bom e o belo na terra da solidão.

Viajo pelo tempo e pelo espaço,
Eu sou aquilo que amo e desejo em mim,
Rezo quando posso e canto quando penso.
Invoco os deuses antigos em minhas preces,
Sussurrando ao vento palavras sem sentido,
Suavisadas pela brisa materna, de coração terno.
Iris, ó Iris, traga-me a grande notícia!
Meu amor está por vir e há de me salvar,
O meu elo com a solidão assim terá fim.

Deusa das mensagens! Escuta a minha voz!
A ti proclamo! Entoa o teu canto!

Salva-me desta triste jornada,
Iluminando-me com o brilho da minha deidade,
Luz que acalma e silencia meu coração em guerra,
Voz que me encanta e fascina,
A ela serei terno e eterno, pela eternidade.
Mauro Veríssimo
Enviado por Mauro Veríssimo em 16/09/2020
Reeditado em 16/09/2020
Código do texto: T7064460
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Mauro Veríssimo
São Gonçalo - Rio de Janeiro - Brasil, 46 anos
137 textos (8069 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 27/09/20 21:06)
Mauro Veríssimo

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