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O jumento nordestino

          Esta campanha sórdida contra a existência do jumento, em especial  no Nordeste brasileiro, é uma iniciativa que merece todo o nosso repúdio e a reprovação do povo brasileiro. Enquanto surge esta abjeta idéia aqui no nosso país, outras nações se mobilizam para preservar as suas raças mais antigas, como é o caso da França que procura preservar o jumento da raça Baudet du Poitou, que, historicamente, os romanos já aproveitavam o porte desta raça para formar cruzamento com boas éguas para o desenvolvimento de grandes muares. Se alguém tem motivo para substiui-lo por tratores ou mesmo motocicletas isto é devidamente respeitável, mas, sentencia-lo ao matadouro por estar sendo substituído pela tecnologia, isto é inconcebível, abominável.
         O nosso jumento é um ser vivo, igualmente útil, e, assim como nós, também filho da natureza e de Deus. Se tiver que sacrificar o jumento por um argumento frágil, insustentável, vai findar matando todas as espécieis  de animais que vivem na terra, nos ares e no mar. A iniciativa é desumana, arbitrária, sobretudo criminosa. Mudem de idéia, procurem outra saída mais lógica, legal e meritória. Aqui vale ressaltar o papel da Associação Brasileira de Criadores de Jumento Pêga – ABCJP, que com sua Comissão de Fomento busca o constante aperfeiçoamento zootécnico e o desenvolvimento da raça Pêga.
Manoel Damasceno
Enviado por Manoel Damasceno em 29/06/2014
Reeditado em 30/06/2014
Código do texto: T4862840
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Manoel Damasceno
Fortaleza - Ceará - Brasil
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