A RUA QUE EU MORO

Hoje a noite faz muito calor, esta chovendo torrencialmente, a casa pouco triste, tudo e silencio, apenas o barulho das goteiras gotejando sobre o chão de concreto, um silencio que toma conta da noite a dentro, tudo são calmos; apenas o som que vem dos carros pela à avenida, o ofuscar das pequenas luzes que iluminam as ruas do meu bairro, é um só silencio.

Será por causa da chuva, que todos procuram um abrigo, debaixo das folhas das árvores, recolhem os pássaros, as pequenas borboletas e muitos outros que não tem abrigos construídos, procuram um lugar para se abrigar neste momento.

Há uma árvore na calçada da rua que eu moro, que estar formando os casulos, uma experiência incrível, as lagartas se recolhem durante o dia, elas se alimentam das folhas, a noite elas produzem uma saliva que elas soltam em forma de um fio, do alto da árvore, desse como uma aranha, ao chegar ao chão, ela volta envolvendo-se no fio, volta ao topo da árvore, chagando lá no alto já envolvida em forma de casulo, cobre-se com folhas e... em pouco tempo serás borboletas, estão sendo interrompida em seu maior estágio, a natureza, aqueles casulos que irão com a enxurrada, estão imóvel, alguns estão sendo levados pelas águas, todas em silêncio, sem mover-se nada, a eficiência na deficiência de se protegerem, onde elas podem morrer, por outro ângulo, o verde se torna mais verde, sem o verde não haverá onde as borboletas pousarem, como diz a canção de Vinicius de Morais, na canção Meditação: "Quem acreditou, no amor, no sorriso e na flor então sonhou e perdeu a paz, amor, o sorriso e a flor se transforma depressa demais" tudo passa, as que sobreviverem a tempestade, verás um campo verde, verde como as florestas da Amazônia, o futuro do nosso planeta.

Valdeci Fidelis
Enviado por Valdeci Fidelis em 13/03/2018
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