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O JOGO DA BALEIA AZUL E A “BALEIA” DE JONAS

Notícia que tomou conta da mídia nos últimos dias, dá conta de suicídios de adolescentes por conta de uma suposta participação num jogo que viralizou na Internet denominado de “Baleia Azul”.

O “Jogo da Baleia Azul” como é chamado, propõe o cumprimento de 50 tarefas pelos participantes, que, uma vez tendo iniciada a sua participação, não mais poderão abandoná-lo. Desistência, só mesmo, antes da primeira tarefa e, depois, sob risco de familiares e a casa do desertor se tornar alvo de retaliação.

As tarefas deverão ser cumpridas uma por dia, no prazo de 50 dias, e serão relatadas ou comprovadas por meio de fotos, vídeos ou códigos aos chamados “curadores” ou “administradores” que são os que supostamente passam as tarefas.

Do jogo constariam tarefas simples como desenhar uma baleia azul num papel, até a audição de músicas psicodélicas, assistência de filmes de terror recomendados pelos curadores, passando por tarefas mais complexas como subir no telhado mais alto que puder, cortes nos lábios, talhos nos pulsos e coxas, culminando com a tarefa de número 50, que é o suicídio.

Segundo alguns analistas, o poder macabro do jogo é sua gradação, em que, paulatinamente o adolescente, criança ou jovem participante estaria diminuindo sua resistência à dor, até ter a coragem suficiente para o desfecho final, o suicídio.

O jogo teria se iniciado na Rússia, e a ilustração dessa matéria apresenta uma evidência da existência de algo assim naquele país. A grande incidência de suicídios reais naquele país, seria uma comprovação de que o jogo realmente existe e está levando pais ao desespero, por conta do envolvimento e morte de seus filhos..

Todavia, as coisas não são bem assim como aparentam ser. Um estudo mais acurado do tema, vai mostrar que se trata de matéria oriunda de “fake news” ou seja, uma notícia falsa. Porém, nestes tempos de pós-modernidade, de desconstrução dos absolutos e desentronização da verdade para se criar e se depender das suas interpretações, dando voz e vez a quem não deveria tê-las por absoluta incapacidade cognoscitiva, o assunto ganhou uma dimensão quase que incontrolável. O mau e a mentira encontram eco muito fácil na mente vazia dos alienados de plantão.

É notícia falsa e matéria velha, reciclada, posto que já tem mais de um ano que tal fato começou a circular na Rússia e países da extinta União Soviética. Por que, então, essa febre de notícias sobre o “Jogo da Baleia Azul”? Quem reavivou o tema foi o tabloide sensacionalista, Daily Mail, jornal de grande circulação na Inglaterra e que não é um órgão conceituado.

Thiago Süssekind em seu site SUBJETIVA desmonta os boatos e acusa, inclusive parte da imprensa brasileira [TV Record, Portal Vírgula (hospedado no UOL) Revista Capricho e o Último Segundo (do IG)] de leviandade, não apurando os fatos antes de repassarem adiante as matérias. Tal comportamento elevou em muito o pânico de pais, mestre e religiosos com relação ao suposto envolvimento de milhares de crianças e adolescentes no tal Jogo da Baleia Azul, que segundo alguns populares, não passa de mais uma lenda urbana criada nestes tempos de mídia exacerbada.

A verdade é que, até agora, não há sequer um caso dos conhecidos suicídios acontecidos no Brasil e fora dele, relacionados ao “Jogo da Baleia Azul”. Há uma tentativa de se relacionar, como o caso da menina de 16 anos encontrada morta num lago, em Mato Grosso do Sul, por que ela trazia cortes de navalha no corpo. Mas não há nenhum suicídio comprovadamente ligado ao jogo.

O que existe é a disseminação de um boato, uma lenda, uma notícia malévola de forma escancarada em que aproveitadores de plantão repassam indiscriminadamente para terceiros, neste promíscuo e perigoso território livre da Internet, o que vai provocando, em decorrência, efeitos nocivos em cascata.

Um jornalista resolveu apurar o tema e passou-se por um participante do jogo e depois desistiu e ficou aguardando para ver no que ia dar. Resultado mais que esperado: nada! Ou seja se ocorre alguma coisa, isto não vem de fora vem de dentro da própria pessoa pelo  pânico provocado e por conta de seus medos interiores ou da personalidade adolescente ainda em formação.

Falou-se até em uma tarefa em que um participante deveria entregar balas envenenadas para 30 crianças de colégios de sua cidade, e, ele pedia desculpas aos pais das crianças, por fazer tal coisa, pois, se não fizesse, a sua vida é que estaria em perigo. Um jovem repassou tal tarefa e foi preso, mas alegou ter feito o repasse do conteúdo da tarefa para se divertir, zoar ou como quer se fale em tom de galhofa e deboche por estes brasis de Deus. O caso está sendo averiguado.

O que se aprende com tal absurdo produzido pela mídia e por ela veiculado?

Primeiro que há uma incidência muito grande de meninas envolvidas em suicídios e os fatos reais assim o demonstram (como os casos da Rússia).

Segundo, que o perfil dos participantes é depressivo, demonstrando inadequações sociais profundas.

Terceiro, que constata-se uma larga escala de crianças e adolescentes largados à própria sorte, sem nenhum acompanhamento dos pais e enclausurados do lado de fora de um celular (o conceito de clausura terá que ser revisto desde a aparição destes aparelhos).

Se clausura é um local fechado, confinamento, internamento, encerramento, em que alguém ali situado não pode sair, é dessa forma que se postam adolescentes e crianças: encarcerados (do lado de fora) por seus aparelhos celulares. Num mundo virtual endoidecedor que leva muitos a abandonarem a própria vida real.

Segundo informações obtidas, o jogo tem este nome, por conta do comportamento de alguns indivíduos da espécie baleia azul que propositalmente encalham e morrem (revista russa Novaya Gazeta). O artigo foi escrito nesta revista na edição de maio de 2016, trazendo esta informação.

Objetivando fazer uma aplicação espiritual à ebulição social provocada pelas informações veiculadas acerca da possível influência negativa do “Jogo da Baleia Azul” sobre nossas crianças, adolescentes e jovens, fiz de imediato a associação de ideias do nome do jogo com o Grande Peixe que engoliu o profeta Jonas na Bíblia.

Não há uma confirmação de que se trata de uma “baleia” embora algumas versões, desavisadamente, traduziram o “grande peixe”, como é a forma mais correta de tradução, dessa forma. Mas, segundo o estudioso Hamilton Fonseca, não há qualquer impedimento a que, de fato, seja uma baleia (vale a pena ler seu artigo).

Mas, não o peixe ou a baleia, mas, o profeta e seu comportamento, ajudam-nos a entender o que o “Jogo da Baleia Azul” está fazendo em nossa sociedade.

Vamos aos fatos. Como descritos no livro do profeta Jonas.

1º) Deus deixou uma orientação e o profeta não cumpriu (Jn 1.1-3);

2º) O comportamento do profeta Jonas foi de fuga (Jn 1.3);

3º) Há sempre uma chance, uma oportunidade (um destino, um transporte, uma vaga, os recursos), diante do ser humano quando escolhe desobedecer, fugir (Jn 1.3);

4º) Há tempestades na vida de quem opta pelo desvio, pela fuga (Jn 1.4)

5º) Por vezes, Deus mesmo, pelo seu grande amor e pelo interesse que tem em nossa restauração, coloca obstáculos diante de nós, para que percebamos nossos descaminhos e corrijamos os rumos da nossa vida (Jn 1.4);

6º) Mesmo diante das circunstâncias difíceis, preferimos continuar nosso processo de fuga, em rota de colisão com a realidade, com a verdade dos fatos, optando por nos esconder e fingir que o problema não é nosso ou não tem nada a ver com as nossas vidas (Jn 1.5);

7º) A atitude de Jonas de “descer aos lugares do porão” revela/sinaliza o que acontece na vida dos que optam pela desobediência, pelo confronto, com relação ao plano de Deus para uma vida sadia: descem aos mais sórdidos e sombrios lugares da vida moral e espiritual (Jn 1.5);

8º) A atitude de Jonas de “dormir um profundo sono” revela/exemplifica a atitude alienada dos que se encafurnam em si mesmos, nas cavernas do próprio ser, fugindo da realidade à sua volta, negando seus problemas, ignorando as tempestades e, desta forma permitindo que a doença se enraíze cada vez no corpo e na alma (Jn 1.5);

9º) Por vezes, estamos tão mal, tão absortos e envolvidos nos nossos próprios problemas que não nos damos conta do fundo do poço em que nos encontramos. É preciso alguém que chegue para nós e diga: “Que tens, dormente?” – como disse o mestre do navio para Jonas – e nos desperte do sono moral e espiritual em que nos metemos (Jn 1.6);

10º) Em circunstâncias difíceis como esta é proveitoso lembrar que existe um Deus que tudo pode. Clamar a este Deus é libertador, confortador, restaurador (Jn 1.6);

11º) Mas nem sempre, quando estamos no calor do problema, temos a sobriedade e a isenção tão necessárias para enxergar os fatos realisticamente e procurar socorro no único que pode nos ajudar verdadeiramente (Jn 1.6);

12º) O amor de Deus para conosco é tão excepcional que ele levanta alguém para nos encontrar no nosso lugar de fuga e dizer o que devemos fazer para sair dessa situação de marasmo, depressão e derrota: “Levanta-te, invoca teu Deus” foi a palavra do anjo do Senhor (o mestre do navio) para Jonas naquele instante (Jn 1.6);

13º) Tudo é possível pela fé! Sem fé é impossível agradar a Deus (Hb 11.6). Havia um retalho de fé no coração do mestre do navio. Ele sabia quem era o Deus de Jonas, embora o profeta, na sua fuga, estivesse esquecido ou tão enfraquecido que não tinha forças suficientes para clamar ao seu Deus. Mas, o mestre do navio recomendou ao profeta que intercedesse perante Jeová e acrescentou: “talvez assim Deus se lembre de nós para que não pereçamos” (Jn 1.6);

14º) Junto com a busca de Deus faz-se necessário que o ser humano faça a sua parte. Os marinheiros, decerto apavorados com a tempestade e o vento impetuoso que açoitava a embarcação, trataram de fazer alguma coisa. O que fizeram, foi lançar no mar o excedente de mercadorias que fazia o barco ficar instável (Jn 1.5). Como não surtiu o efeito desejado, imaginaram, diante da impotência frente ao mar revolto, que encontrar um culpado por aquela situação, seria a solução. O que fizeram foi “lançar sortes”. E a sorte revelou Jonas como um provável culpado (Jn 1.7);

15º) A atitude dos marinheiros revela a postura certa diante de um infrator: conhecê-lo e às suas motivações. Ninguém pode ser alvo de um julgamento antecipado sem direito a defesa. Eles procuraram a Jonas e lhe fizeram perguntas. Queriam saber quem ele era, o que estava fazendo ali, em que trabalhava, a que povo pertencia. Por que a sorte apontara na direção de Jonas, eles queria entender as razões pelas quais estavam sendo vítimas daquele grande mal (Jn 1.8);

16º) A resposta do profeta também foi sábia. Verdadeira, concisa, objetiva e sincera. Nela, incluiu uns dados não solicitados: qual era a sua fé e quem era o seu Deus. Isso foi extremamente positivo! (Jn 1.9);

17º) Ninguém perde por revelar a sua fé e seu Deus! Há muitos tímidos da fé em nosso dia que, como Pedro, negam a Jesus ao ser reconhecido como a ele pertencente ou como integrante do grupo dos discípulos (Jo 18.25). Quando assumimos nossa fé e reconhecemos quem é e que poder tem o Deus em quem cremos nos abrimos para as possibilidades de restauração (Jn 1.9);

18º) Os marinheiros enxergaram algo que o próprio Jonas não havia detectado: há prejuízo quando contrariamos a vontade de Deus. Para eles, o que o profeta fizera fora loucura e trouxera juízo sobre si. Eles ficaram atemorizados e perguntaram ao profeta: “Por que fizeste tu isto?” Eles sabiam que contrariar a vontade de Deus traz consequências (Jn 1.10);

19º) Diante da própria confissão de Jonas, assumindo a sua culpa por aquela situação caótica, e os “homens sabiam que fugia de diante do Senhor” (Jn 1.10) não restava outra coisa senão a tomada das medidas necessárias para solucionar o problema. E foram generosos com o profeta, oferecendo-lhe uma oportunidade de sugestão da pena a ser aplicada: “Que te faremos nós, para que o mar se acalme?” Ninguém perde ao assumir sua culpa, arrepender-se e abrir-se para a possibilidade de perdão e restauração (Jn 1.11);

20º) Jonas foi implacável consigo mesmo: “Levantai-me, e lançai-me ao mar, e o mar se aquietará; porque eu sei que por minha causa vos sobreveio esta grande tempestade”. Ele alcançou, nesta hora, por influência de pessoas ao seu redor que agiam com mais lucidez do que ele, a consciência de erro e o reconhecimento de que precisaria ser punido pelos seus erros (Jn 1.12);

21º) O gesto de Jonas foi tão proveitoso que aqueles homens, mesmo sabedores de que estavam com toda autoridade para exercer a justiça naquele caso, optaram pelo caminho da benevolência, da longanimidade. Diz o texto que, “entretanto os homens remavam, esforçando-se por alcançar a terra” (Jn 1.13). Teria Jonas aplicado a si mesmo a pena de morte? Não o sabemos. Provavelmente não, visto que o que ele queria era livrar aqueles tripulantes de uma penalidade que só a ele era devida. No mar, ele libertaria a embarcação de um possível naufrágio e teria uma chance, mesmo que remota, de sobrevivência. Mas, os marinheiros, pelas forças humanas e pelos recursos mecânicos da nau, “não podiam” levar a termo a empreitada de chegar à costa (Jn 1.13);

22º) O que não faz o homem na hora do aperto! Aqueles marinheiros, premidos pela aflição e açoitados pelo vento, fazem o que todo e qualquer ser precisa fazer em toda e qualquer circunstância, seja difícil ou não: apelar para Deus. “Ah! Senhor! Nós te rogamos!” (Jn 1.14). Eles não queriam perecer por causa do pecado de Jonas. Eles não eram da elite religiosa, dos escolhidos, dos chamados para uma missão. Eles não eram, sequer, do povo da promessa. Mas, eles eram dos da fé. Exerceram a fé naquele momento de pavor (Jn 1.14);

23º) Não restou outra medida a não ser a de fazer o que o próprio profeta determinara de si mesmo: “E levantaram a Jonas, e o lançaram ao mar” (Jn 1.15);

24º) A consequência do cumprimento da punição sobre si trouxe o vaticínio previsto: “e cessou o mar da sua fúria”. Às vezes, medidas drásticas não são bem vistas; bem recebidas. Geralmente não são as mais simpáticas, por isso a repulsa. Mas, quase sempre são necessárias para resolver os problemas, curar as feridas, cessar as dores. Jesus disse: “Portanto, se a tua mão ou o teu pé te escandalizar, corta-o, e atira-o para longe de ti; melhor te é entrar na vida coxo, ou aleijado, do que, tendo duas mãos ou dois pés, seres lançado no fogo eterno. E, se o teu olho te escandalizar, arranca-o, e atira-o para longe de ti; melhor te é entrar na vida com um só olho, do que, tendo dois olhos, seres lançado no fogo do inferno” (Mt 18.8,9). Aqueles homens contemplaram a bonança diante do silenciar da desobediência (Jn 1.15);

25º) O resultado do milagre foi a fé! Quantos em nossos dias têm presenciado os milagres de Deus, mas não têm se voltado para a fé? Diz a narrativa que “temeram pois estes homens ao Senhor com grande temor”. Como temos aprendido com o Salmo 114: se até a natureza não resiste a esse Deus irresistível (e, aqui, vemos Deus exercendo o seu domínio sobre os fenômenos da natureza), por que nós, seres tão carentes da graça e do favor divinos, haveríamos de resistir? (Jn 1.16);

26º) Resultante do coração grato temos o louvor, a adoração e os gestos de oferendas e compromissos. Aqueles homens “ofereceram sacrifícios ao Senhor, e fizeram votos”. Como os magos do oriente, que ao terem um encontro com Jesus não comparecem de mãos vazias (Mt 2.11), aqueles marinheiros ao terem um encontro de fé, estão cheios de gratidão (Jn 1.16);

27º) O desfecho da atitude de punir Jonas, lançando-o ao mar, foi a providência divina. Jonas divisou a solução do problema da embarcação com sua saída de cena, mas, também, seu coração crente sabia que Deus tinha uma solução, mesmo que ele, ainda, não soubesse qual. E a resposta de Deus foi o grande peixe! “Preparou pois o Senhor um grande peixe, para que tragasse a Jonas” (Jn 1.17). Deus tem respostas de onde não podemos imaginar. Deus apresenta soluções de onde sequer podemos entrever. Não importa o que vem de Deus para nossas vidas. Pode ser uma baleia. Pode ser o fundo do mar. Pode ser uma aparente tragédia. Se é de Deus, aproveite a sua chance e saia do abismo, da derrota, da mediocridade, do marasmo, da inadequação, para a vitória. Somos mais que vencedores! (Rm 8.31-39). Passe até três dias (ou mais) nas profundezas do mar e da negação e da provação, mas sobreviva com único recurso possível para a sobrevivência: a dependência de Deus! (Jn 1.17).

Conclusão – A conclusão deste acontecimento na vida de Jonas é que na solidão das entranhas do grande peixe, Jonas teve tempo de orar. E orou! (Jn 2.1). Essa foi uma oração de arrependimento, de cura, de libertação, de fé e de salvação. No ventre do grande peixe, Jonas reconheceu quem era seu Deus e o seu poder e decidiu fazer a vontade de Jeová, abandonando a desobediência que motivara este princípio de tragédia.

Pensando no “Jogo da Baleia Azul” e fazendo um paralelo com este “Grande Peixe” na vida de Jonas, o que percebemos é que o profeta apresentou neste pedaço da sua vida, traços que marcam a vida de adolescentes e de indivíduos que abrem mão de seguir uma vida “normal” para se esconder, para fugir da realidade que, em primeira mão não era o que desejavam.

Precisamos prestar atenção no comportamento daqueles que conosco convivem e tentar detectar se não estão se deixando levar por situações de conflito, de inadequação, de desespero.

Há momentos da vida, como aconteceu com Jonas, que estamos impossibilitados de perceber nossos próprios conflitos. A ajuda externa, principalmente dos familiares ou dos irmãos em Cristo, será sempre bem vinda para alertar os que se alienam em seus próprios problemas.
A depressão é uma doença séria e precisa ser devidamente avaliada e curada na vida dos nossos entes queridos. Ela está presente também na vida de cristãos. Vença-a com a ajuda da fé e da comunhão. Não se entregue. Reaja.

Também chamada de síndrome, a depressão apresenta alterações químicas no cérebro do indivíduo por ela tomado, em especial no que tange aos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e dopamina), substâncias que transmitem impulsos nervosos entre as células. A depressão é um distúrbio afetivo e deve ser vencida com as medidas corretas do ponto de vista medicamentoso, e, com muita determinação e dependência de Deus.

Não precisamos temer nenhum “Jogo da Baleia Azul”, real ou imaginário, quando experimentamos o ser família com qualidade, comunhão, alegria, integração, espiritualidade, boa convivência, festa e celebração, vivendo a experiência do afeto e do carinho, do amor e da aceitação com efetividade.

Deus é nossa razão de existir e nada terá brilho e cor maior do que seu amor!
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SÍTIOS CONSULTADOS
Bíblia Sagrada (Edição Revista e Corrigida) – 10ª Ed. – Geográfica/IBB

http://teologiaaoseualcance.blogspot.com.br/2012/02/jonas-foi-engolido-por-um-grande-peixe.html

https://medium.com/revista-subjetiva/o-jogo-baleia-azul-é-verdade-462abf435a24

http://emais.estadao.com.br/blogs/daniel-martins-de-barros/a-lenda-da-baleia-azul-ou-como-uma-noticia-falsa-traduz-um-perigo-real/

http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/noticia/2017/04/jogo-da-baleia-azul-que-pode-levar-ao-suicidio-e-perverso-dizem-especialistas-9775623.html#showNoticia=e0loaDRMbHM1NTIzNDYxNzU1MDQ2NDY5NjMySmhcMTY4NzA4NDYwOTk1NTEzODkyNCRPJDI2NDQxOTkzODAxMzA3MjU4ODg+fjxyTklpOSFDOWxzJF5zLkc=

http://midiabahia.com.br/cotidiano/2017/04/19/veja-os-50-desafios-jogo-baleia-azul/

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/nao-e-o-jogo-da-baleia-azul-que-esta-matando-os-adolescentes-e-nossa-insensibilidade-por-nathali-macedo/

http://oglobo.globo.com/sociedade/o-que-se-sabe-ate-agora-sobre-jogo-da-baleia-azul-21236180

http://g1.globo.com/educacao/noticia/jogo-da-baleia-azul-e-seus-desafios-cinco-dicas-para-prevencao-de-pais-e-alunos.ghtml

http://www.minhavida.com.br/saude/temas/depressao
Jess
Enviado por Jess em 22/04/2017
Reeditado em 22/04/2017
Código do texto: T5978243
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Jess
Nova Friburgo - Rio de Janeiro - Brasil, 56 anos
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