A Sabedoria e a Família

Assim dando uma continuidade a série ' Vilões da Bíblia ' e a subcategoria ' rebeldes israelitas ', falando da figura de Aitofel. Nessa segunda coluna irei comentar acerca da sabedoria e a família.

Simbolicamente lidar com a chama da sabedoria em família é extremamente complexo para um sábio comum como Aitofel não existia meios para simplificações ou algo desta natureza.

Agora resta a ele usar algo que possa lhe beneficiar sua possível realidade para convencer os seus familiares a aceitarem sua sabedoria ou sagacidade na realidade doméstica era algo realmente complexo.

Bem suas esposa e filhos lhe poderiam questionar sua dada experiência em assuntos externos , mas ele em relação a família era uma outra realidade, deveria saber como lidar com essa realidade.

E Aitofel tinha que deslindar com os efeitos benéficos da sabedoria em sua vida cheia de polifonia. E certos fatos deveriam constar em seu aprendizado como um sábio , aqui posso abreviar uma consideração. A escolha de Aitofel parece era compreender as realidades da vida.

Diante da realidade doméstica sua sabedoria deveria servir como uma forma de mediação aos muitos conflitos existentes ou que viesse a existir ou no devir.

O sábio Aitofel sabia ver nas tempestades boas soluções para os problemas de ordem moral e social, em termos gerais isso seria um belo desafio.

Realmente sua sabedoria era semelhante a um rio em cheia, era necessário canalizá-la em uma só direção, Aitofel tinha que aprender com os problemas domésticos.

Isso seria um longo processo de aprendizado que levaria um bom tempo em sua vida de forma construtiva a sua sabedoria seria realmente relevante e seletivo.

Assim para sua exata forma de aprender de linha exata pela ideia original da síntese que poderia se alongar mediante diversos pontos de vista prescritos num contexto.

E sua esposa descrevia somente realidades domésticas com certo grau de facilidade e nobreza, isso era advindo da mulher de um nobre. A finesse da esposa também anônima de Aitofel demonstrava uma ideia nova.

A presença dele poderia explicar tudo de forma e maneira objetiva sem nenhuma forma de restrição. Isso explana o pensamento de que ele poderia ser um forasteiro em sua própria casa .

Finalmente ele como sábio não teria essa perspectiva ou linha de pensamento , tudo seria uma forma de contemplação para alguém distante das disputas palacianas.

Agora Aitofel entende todo processo da vida em família mediante os desafios e desconfortos que a ausência de poder pode lhe oferecer em outros quadrantes da sua polifonia da vida.

Mediante sua enorme ausência em outros quadrantes em outros aspectos da vida em si mesmo, passa a sentir falta ou agir como um forasteiro em sua própria casa.

Ironicamente tudo pode parecer um enorme ironia cervantina bem acentuada , ele reage a tudo com uma diferente forma em questão, busca usar essa sabedoria em prol deste dilemas tão particulares.

Legalmente afastado das intrigas da Corte , prefere acessar seu eu interior como forma de vida e constante aprendizado isso ganha outros patamares de interpretação social.

Inicialmente ele busca usar novos caminhos de interpretação da sua própria vida como se fosse lido um texto em lugar dos fatos concretos e vivenciais que a polifonia da vida poderia lhe oferecer.

Assim seu afastamento lhe ofereceu novas linhas interpretativas para sua posição de sábio onde seria um pouco mais útil. Traduzindo ele não se via necessário na família, apesar existir como um elemento central da mesma , então decide pegar o caminho de retorno para o palácio e você meu leitor não deixe de ler a graça Infinita escrita pelo escritor David Foster Wallace e assista também o filme o Fim da Turnê dirigido pelo cineasta James Ponsoldt.

JessePensador
Enviado por JessePensador em 07/09/2018
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