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O Trigésimo Nono Membro de Laodicéia

O momento nos convida a  continuidade a série " Vilões da Bíblia " e a subcategoria " soberanos rebeldes ", nesse momento escrevendo  a  vigésima primeira coluna sobre  o monarca Peca  em  o  trigésimo nono  membro de Laodicéia.

Temerariamente o soberano dedicou assim um tempo para os desafios concretos da existência como uma partitura musical onde as notas obedecem uma sequência.

Realmente ser um soberano agregava um conjunto de dúvidas existenciais a pessoa que vinha exercer a função em questão, como no caso unir interesses particulares e visões de mundo.

Inicialmente  Peca  desconhecia os riscos inseridos nessas mudanças repentinas em fazer parte de uma membresia arriscada em seu jogo de entendimento em relação a Deus.

Garantir tal jogo de atualidades em sua realidade já fragmentada  em muitos estilhaços bem complexos, assim a figura de Peca se restringe a um novo tipo de pensamento.

E inicialmente ignora virtualmente toda forma de tradição e constrói um novo modelo interpretativo do fatos em evidência diante da nação que perde sua soberania estrutural.

Sinuosamente escrever um fio biográfico é um desafio enorme  para quem redige em estruturas nominais , um ensaísta definiu todos somente os desafios de sua escrita.

Ironicamente o pensamento de um incêndio no templo amplifica muito os pensamentos acerca do falsário em questão , neste caso amplia bem essa ironia shakespeariana.

Mas a vontade divina teria mil variações específicas em sua vida cheia de polifonia luminosa,  ao soberano Peca escolhe um outro caminho menos luminoso.

O momento convida o monarca retrata um passado em sua vida em prol de um presente possível,  ressurge assim com uma mensagem os enormes riscos de um cativeiro ainda não planejado para o futuro de uma nação em enormes conflitos entre a atualidade e a tradição envolvente advinda do passado.

Naturalmente as explicações oferecidas pelo soberano Peca são de fato inadequadas interpretações  ao contexto que estavam assim inseridas como forma de opinião disfarçadas.

O momento convida o soberano Peca refletir sobre suas escolhas, apenas olha para as verdades  expostas como um quadro bem colorido em seus quadrantes rivais  em sua boa base como uma boa governante, tudo precisa ser bem definido como um mosaico bem delineado nas curvas.

Naturalmente as explicações oferecidas pelo soberano Peca são de fato inadequadas interpretações  ao contexto que estavam assim inseridas como forma de opinião disfarçadas.

O momento convida o soberano Peca refletir sobre suas escolhas, apenas olha para as verdades  expostas como um quadro bem colorido em seus quadrantes rivais  em sua boa base como uma boa governante, tudo precisa ser bem definido como um mosaico bem delineado nas curvas.

Mas a tudo isso em pensamento polifônico , a figura de Peca em etapas sombrias da existência como um enorme jogo de xadrez em câmera lenta.

E cada realidade evocada espelha uma realidade com luz antiga ou com luz nova, ser soberano é registrar e guardar essas realidades no coração e na mente.

Mas nem tudo são rosas, na memória dolorida da figura de Pecaías  as coisas ganham um novo encaminhamento em sua leitura dos fatos e episódios da polifonia da vida.

Basicamente  Peca relembrou de todas as formas de mensagens existentes e esclarecedoras de certos eventos em sua longa vida cheia de polifonia e policromia.

Realmente cada forma de lembrança forjada e episódica amplia a conexão com seu amplo passado e com amplo presente e com doses de um futuro possível.

O fato mais importante era saber se iria ser um membro menos importante da célula de pastoreio de Laodicéia naquele momento nada monumental.

Diante do jardim dos caminhos que bifurcam borgeano,  Pecaías assim busca definir seu caminho escorregadio versus esse conjunto de decisões pessoais.

E cada postura adotada serve com um possível caminho de interpretações pessoais que seriam bem conflitantes e nada simples pelo contrário complexas.

Legalmente isso  é uma longa e bem criada hipótese de um fato, ele deseja fazer parte de Laodicéia isso seria bem inédito, se tratando de uma autoridade com trono ,cetro e tudo mais.

Assim para a figura de  Peca tudo tende a se complicar em sua totalidade bem pouco trabalhada por um bom narrador, como se fosse tecido sobre tecido e nada mais.

Os momentos lhe são bem decisivos para ele, tudo se concretiza em suas palavras de verdade ou com fragmentos da verdade em suas muitas palavras como em última hora um governante.

Dizer tudo que estava á cabeça seria bem difícil para um sujeito com ele, bem as palavras podem conjugar seu tempo, o batismo para ele não foi nada.

Inicialmente  Peca queria somente dar intervenções religiosas bem acabadas em seu elemento cultural, como um artista propõe uma intervenção criteriosa em sua obra de Arte.

Certamente Peca  agia como um artista em seu tempo, sem pensar nas linhas consequentes, as mudanças de teor estrutural apenas sugeriam  as leituras turvas.

E as forças provindas do seu pensamento seriam uma nova mentalidade  a ser adotada por um soberano delicadamente decadente em seus múltiplos pensamentos.

Ironicamente essa decadência demonstra  o perigo que Peca estava se metendo ao aceitar e assegurar aquela forma básica de mudança ou linhas de reconstrução.

Assim o soberano Peca se filia a igreja Pentecostal de Laodicéia com suas partituras bem soltas e parece que  o soberano ingressou nesse time de poucos santos.
JessePensador
Enviado por JessePensador em 15/11/2019
Código do texto: T6795406
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Sobre o autor
JessePensador
Santana de Parnaíba - São Paulo - Brasil, 35 anos
887 textos (8581 leituras)
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