Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

A Idolatria e o Trono

A hora nos convida para mais uma reflexão atenta acerca da vida polifônica do soberano Acaz, a figura insegura e desequilibrada de Acaz que conquistando uma onerosa atenção da imprensa.Nesse momento escrevo a quinta coluna sobre o soberano Acaz em 'a idolatria e o trono '.

Ironias shakespearianas e cervantinas  á parte, ele sabia como estruturar um modelo de governo possível uma forma de acreditar no modelo criado por seu pai.

Devido sua pouca influência em assuntos cabais  ou ainda governamentais como uma estrutura confiável a si como um governante simplório,  sem disposição para as possíveis novidades.

O momento tinha de ser no mínimo complexo e observado a contento com os detalhes frisados em madeira ou pedra, em baixo-relevo a intensidade era controlável e contornável.

Legalmente tudo era possível, as manobras políticas poderiam ser no mínimo viáveis como um construto comumente usado como um contorno viável numa leitura sombria da polifonia da vida.

Agora o pensamento dele era algo supremamente relevante desenhável em seu cotidiano, como um soberano bem independente com relação a visões retumbantes de um reino bem definido.

Timidamente Acaz desconhecia o sistema que defendia e os riscos que corria naquele momento em defende a idolatria e seus luminosos templos, com extensa visibilidade cabal e visual.

Realmente  o soberano Acaz somente pedia uma criação sombria delicada do destino , o poder também desenvolve uma multiplicidade de dilemas e problemas bem particularizados .

Ironicamente a visão de Acaz estava bem confusa, como um governante ele se desgasta solidamente seu pouco poder real semelhante ao Rei Lear outra peça teatral trabalhada pelo dramaturgo William Shakespeare em uma boa conexão cheia de singularidade e musicalidade.

Assim o soberano Acaz compreendeu a dimensão ousada de um jogo de poder simples com acumulação de bens e visões de um mundo complexo e fragmentado como o seu.

E entre ouvir e narrar adequadamente prefiro sempre narrar como condição de uma existência potencializada por obras de Arte que cobrem a vida e polifonias.

O momento requer uma boa reflexão sobre a figura de Acaz e as nuances de poder quer como algo militar da onde adveio assim ressoa como algo novo ou ainda.

Temerariamente o soberano dedicou assim um tempo para os desafios concretos da existência como uma partitura musical onde as notas obedecem uma sequência.

Realmente ser um soberano agregava um conjunto de dúvidas existenciais a pessoa que vinha exercer a função em questão, como no caso unir interesses particulares e visões de mundo.

O momento pedia boas caminhadas possíveis para um soberano como Acaz agisse de acordo suas necessidades num longo processo de construção e imaginação pessoal.

Naturalmente as explicações oferecidas pelo soberano Acaz são de fato inadequadas interpretações  ao contexto que estavam assim inseridas como forma de opinião disfarçadas.

O momento exige do rei Acaz e  também dimensiona  as realidades conectadas a todos acontecimentos necessários a riquíssimo repertório de experiências acumuladas naturais.

JessePensador
Enviado por JessePensador em 25/11/2019
Código do texto: T6803246
Classificação de conteúdo: seguro

Comentários

Sobre o autor
JessePensador
Santana de Parnaíba - São Paulo - Brasil, 35 anos
1000 textos (9623 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 20/01/20 06:31)