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... e a esquerda continua.

... e Lula foi condenado, por unanimidade, no TRF4 de Curitiba, em 2a instância, a doze anos e um mês de prisão, que pode ser decretada, já nos próximos dias, e ele será preso, caso não fuja, no dia 26, para a Etiópia. Os brasileiros temos muito o que comemorar, mas sem exageros. Temos de evocar o impeachment, em 2016, de Dilma Roussef, fato este que, além de animar-nos a nós brasileiros, nenhum bem concreto trouxe ao Brasil, e acabou por embaralhar os personagens políticos - e muitos dentre aqueles que se apresentaram como heróis, revelaram-se, nos meses que se seguiram, vilões, seus nomes arrolados em delações de empreiteiras; além disso, Michel Temer, na presidência, implementou políticas que Dilma Roussef pretendia implementar e promoveu muitas políticas do ponto de vista moral reprováveis, como o proverbial, já folclórico, toma-lá-dá-cá, compra de votos em favor de projetos governamentais por liberação de verbas, neste tradicional governo presidencialista de coalizão, de negociações e negociatas; além disso, não se pode ignorar, os meios e comunicação de massa nacionais (que recolhem dos cofres públicos dinheiro via propaganda de governos e de estatais), e artistas (que sugam dinheiro público via Lei Rouanet e festivais culturais), e sindicatos, e movimentos sociais (eufemismo de agentes revolucionários), e grandes empresários (que mamam nas tetas do BNDES), e partidos políticos que atuam em favor da esquerda, dos socialistas, dos comunistas, disseminam idéias que corróem a alma dos brasileiros, tais como a ideologia de gênero, o feminismo, o multiculturalismo, o relativismo cultural, o relativismo moral. Não se pode ignorar, ao tratar da política brasileira, da ação, em território nacional, de organizações globais, como a ONU (com as suas subordinadas, a UNESCO e a Unicef), que tem como seus objetivos, além de outros, a eliminação das soberanias nacionais e a implementação de um governo global totalitário.
O Brasil não é um planeta vagando, solitário, pelo espaço; é um país, e estão a sua  política e a sua economia interconectadas com as de outras nações. Nações aliadas do Brasil, com as quais possui o Brasil laços estreitos, são, por exemplo, Cuba e Venezuela, que estão sob governos totalitários, e Rússia e China, a primeira, uma cleptocracia controlada por um ex-agente da KGB, inescrupuloso, que lança mão das mais sórdidos artimanhas para conservar-se, indefinidamente, no poder, perpetrando, inclusive, o assassinato de seus opositores, fingindo-se cristão e democrático, e a segunda, sob governo comunista, totalitário, que convive razoavelmente bem com a liberdade capitalista (em tese, claro, assim ensina a lenda), enquanto oprime o povo e persegue os cristãos.
Quem se deixa arrastar, neste momento, pelo batalhão do entusiasmo, é insensato, e tem prejudicada a sua percepção da política brasileira, e torna-se imprudente e imprevidente. Os brasileiros  não podemos oferecer a quaisquer personagens da política o voto de confiança, pois muitos deles em nenhum outro momento trabalhando em favor do Brasil, em algum momento do futuro se revelarão vilões. Iludem-se os que, arrastados pelo entusiasmo, acreditam que com a prisão do Lula, ou apenas com a condenação dele, resolvem-se os problemas do Brasil; talvez o Brasil piore, do mesmo modo que piorou após o impeachment de Dilma Roussef.
Se apresentarão, na arena política, políticos que nos últimos quinze anos acumpliciaram-se ao PT. Oferecerão ao Brasil soluções para os seus problemas econômicos. Podem, até, se eleitos presidentes, trazer ao Brasil algum ganho econômico, no entanto, subrepticiamente, avançarão com as políticas culturais progressistas, politicamente corretas (ideologia de gênero), ampliarão o estamento burocrático estatal, criarão programas sociais, demonizarão a iniciativa privada, o capitalismo, de costas para os valores cristãos. Na escola, insistirão nos métodos pedagógicos que estão a destruir a inteligência dos brasileiros. E na imprensa e nas atividades culturais (músicas, novelas, filmes) persistirão as campanhas de ridicularização de tudo o que não está conforme a cartilha progressista. E insistir-se-á na guerra assimétrica, e farão uso da técnica da rotulação inversa, e de falácias, e de mentiras deslavadas para destruir todos os valores que, bem ou mal, conservam, íntegro, o Brasil.
Que a condenação do Lula, em 2a instância, e por unanimidade dos 3 procuradores do TRF 4, de Curitiba, é uma notícia alvissareira, anunciando dias melhores, é, mas que nos acautelemos os brasileiros, ou o anúncio alvissareiro pode vir a se converter em pesadelo, aprofundando a crise brasileira.
Se faz imprescindível atentarmos os brasileiros aos personagens que se anunciarão como pessoas que se distinguem do Lula, engabelando a todos, vendendo de si uma imagem mentirosa, sem nexo com a realidade. Dos presidenciáveis temos os brasileiros de nos perguntarem qual, ou quais, deseja, desejam, o bem do Brasil, e não atendem aos interesses de seu partido político, ou daqueles que lhe financiam a carreira, ou de organizações supranacionais, internacionais, globais, que estão em defesa dos interesses de socialistas-comunistas, de islamistas, de anti-cristãos.
Quem são os presidenciáveis? Por ordem alfabética: Ciro Gomes; Fernando Collor; Geraldo Alckmin; Jair Bolsonaro e Marina Silva; e outros de menor expressão. E dá-se como certo que venham a ser eles os candidatos à presidência. E quais são as idéias defendidas por cada um deles? E quem os sustenta? É preciso se saber quem os financia. Que idéias cada um deles tem para a economia, a segurança pública, a educação, a saúde, a política internacional, a cultura? O que cada um deles pensa de ideologia de gênero, aborto, direito à auto-defesa, tráfico de drogas, religião? Temas estes que serão evitados por muitos candiatos, que, favoráveis às políticas e valores que os brasileiros reprovamos e contrários às políticas que os brasileiros aprovamos sabem pisar em areia movediça.
A condenação de Lula traz alguns efeitos imediatos benéficos; e se o Lula vier a ser preso, muitos outros benefícios os brasileiros obteremos, desde que nos acautelemos: o discurso de que Lula é vítima de perseguição política não convencerá mais ninguém (só insistirão nesta tese os petistas, os esquerdistas, os lulistas), e não converterá ninguém à religião lulista; desfaz-se o discurso falacioso de que o juiz Sérgio Moro não tem provas contra Lula, tese, esta, defendida, e não apenas pelos esquerdistas, mas por pessoas que se dizem anti-petistas, de direita, as quais, agora, com as abundantes provas apresentadas contra o Lula, perderam credibilidade, da pouca da qual muitos deles gozavam; e muita gente estará mais atenta para o truque de muitos que se dizem contra a corrupção, patriotas, trabalhando pelo bem do Brasil, e não se deixarão enganar; e, nas salas de aula, professores que dela fazem palanques políticos para um público cativo de alunos, jovens principalmente, não encontrarão um público receptivo aos discursos favoráveis à esquerda.
E os jornalistas que usarem falácias, argumentos sem pé nem cabeça, e insistirem em defender as políticas esquerdistas e apresentarem o Lula como um injustiçado, produzirão ondas de rejeição contra si mesmos, e se desmoralizarão ainda mais, pois é público e notório que o conceito que deles fazemos os brasileiros não é dos melhores.

Escrito em 24 de janeiro de 2018.
Ilustre Desconhecido
Enviado por Ilustre Desconhecido em 25/07/2019
Código do texto: T6704121
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Ilustre Desconhecido
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