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TRAVESSIAS E TRAVESSURAS


Encontrei por bem contar aqui as minúcias de uma história que, por muito que pareça pertencer ao passado, é pertencer aos fatos que tão facilmente se apresenta ainda hoje, é lembrar a todos das travessuras partidárias do nosso município e que a História é capaz de nos contar, que por muito enigmática que possa parecer, as travessuras surpreendem em especial ÀQUELES QUE REALMENTE POSSUEM MEMÓRIA BASTANTE CURTA...
Construir sobre esse “relevo” exige muito, fato nunca esquecido por mim, que se ergueu pela “gentileza” de quem apenas queria servir e informar, mesmo que por pouco tempo, não estou querendo justificar absolutamente nada e muito menos medir forças. Num momento como este, assumir uma posição clara a respeito dos meus questionamentos pessoais. Não pretendo mostrar as minhas contradições verbais, proverbiais, adjetivais e tantas outras classes gramaticais sejam necessárias.  Mas se tem alguma coisa que admito, chama-se COMPROMISSO, RESPEITO E CONSIÊNCIA... Compromisso de ainda acreditar numa Teofilândia bem melhor! Autoridade é autoridade! Todos nós sabemos, mas se faz necessário remover as variantes da campanha politica partidária. Não podemos servir a dois senhores! Dai a Cezar o que é de Cezar e a Deus o que é de Deus.
O que vem acontecendo nos quatro cantos do município de Teofilândia, é tudo aquilo que sempre esteve presente em todos os comandos de toda e qualquer gestão pública deste município. O que penso, não seria diferente das outras pessoas, mas aliar-nos aos que se afastam de todos que tentam convencer o nosso povo, como a opção, que vai fazer diferente e melhor...  Todos agora querem virar super-heróis... Sejamos menos.  Honrar, escutar e respeitar o grito de socorro do nosso povo é a missão de toda e qualquer Gestão. As comunidades partidárias precisam coligar-se com as representações que acolhem e alinham verdadeiramente o nosso povo. Vivemos inicialmente, a construção do partidarismo, para que se façam dignos em alavancar os esquecidos e muitas vezes destituídos da nossa sociedade, para que possam ao chegar ao centro dos comandos municipais, RE-produzir decisões, ao contrário, menos traições. Como vitima, as minhas afirmativas são legitimas, apenas tentando não deixar cair no esquecimento. NÃO TENHO MEMÓRIA CURTA! Não posso esquecer os gestos dos fingidos “discursos” de sentimentos forjados. As minhas análises, obedecem a uma lógica que tem muito da racionalidade, uma racionalidade de evidencia franca e que insisto em pronunciar que a hora é esta, a de se fazer ajustes nos problemas sociais! “Todos” gostam de sorrir, aplaudir,  quando uma gestão não consegue produzir resultados, parece normal, e acostumamos com tamanha COMÉDIA! Essa questão da ética, da honestidade, da probidade na relação administrativa é prioritária, como se pode ver, não há uma considerável distância entre partidos, quando o assunto na verdade são os corruptos e corruptores; inegável.  As feridas não serão curadas enquanto sujeiras construídas e permitidas penetrem pelo fingimento... Quem salvaria Teofilândia dos problemas sociais? Vozes vorazes, maquiadas e fingidas, não costumam se enquadrar nos alertas, pois se fazem contra os efeitos da censura e da lógica. As consequências costumam ser de longo prazo, se, por um lado, é verdade que a gestão atual sofre hoje um pesado ataque das oposições, é notório advertir do porque as mesmas, não o fizeram quando deveriam ter feito? O que está em jogo não é um debate moralista, apenas a falta das questões oriunda das escolhas. Na contrapartida dos discursos persuasivos; Essa é a dialética revestida da “racionalidade”. Teofilandenses, assim como eu, andam muito desanimados e com um horrível sentimento de derrota, todas as lideranças que passaram e representou o “POVO” no papel do Prefeito, vereador, tentaram mostrar soluções... Será que apenas a atual fracassou? Teremos que usar a memória curta outra vez? Todos nós precisamos de um choque de franqueza, sacudir novamente a nossa teimosa falta de memória e não termos que repetir o que já conhecemos...   Louvável será a nossa postura, não as intenções “MILAGROSAS”. Chega de hipocrisia, de usar as mentiras para vencer disputas eleitorais. Os bravos que ainda resistem e se opõem, conseguem visualizar os rumos. Não será partido politico algum que vencerá a nossa decisão!  Por mais Irônico que seja o civismo expressado nos dias presentes, estamos em completo contraste frente ao valor do conceito partidário...  O conceito do verdadeiro civismo, não pode jamais ficar dissociado do nosso dever em honrarmos as nossas escolhas. Isso, chamamos de Democracia! O que não podemos, é continuarmos sendo “reféns” e vitimas a partir dos partidos “angélicos”.

NÃO ME SINTO REPRESENTADO, ATÉ QUE ME PROVEM!
Valverde Bento
Enviado por Valverde Bento em 22/10/2019
Código do texto: T6776734
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Sobre o autor
Valverde Bento
Teofilândia - Bahia - Brasil, 53 anos
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Valverde Bento