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O conservadorismo estrábico e o caos econômico vão destruir o país

No dia primeiro de janeiro de 2021, o presidente Jair Bolsonaro completou dois anos de mandato e mostrou a que veio.
Temos um chefe do Executivo inapto para o cargo que ocupa e se revela um verdadeiro desastre.
Sua eleição foi cercada de uma enorme expectativa de melhoria e mudança pela população; mas é fato indiscutível que temos um enorme retrocesso econômico e democrático.
Quiçá fosse o contrário...
E para piorar a dificílima situação econômica, veio a pandemia que somada a uma gestão desmiolada tem como resultado final um país quebrado literalmente.
Por outro lado, é fato que o desempregou aumentou e atinge 40 milhões de brasileiros, de Norte a Sul; e o novo salário-mínimo, de R$ 1.045, certamente, não vai melhorar a vida de milhões de trabalhadores.
E para não dar o braço a torcer, o governo continua estrábico para as verdades cientificas, a ponto de negligenciar o coronavírus, o sofrimento da população e negar o isolamento social.
Sem projeto, o presidente segue escancarado o nepotismo, o fisiologismo político, a cartilha perversa das privatizações, a destruição do SUS, dos programas sociais e desvio de recursos consideráveis da educação, saúde e segurança.
Como escrevi anteriormente, o sonho de aposentadoria justa é coisa do passado: especialmente os jovens que não terão futuro nos próximos anos com o desmantelamento das conquistas trabalhistas de outrora.
Para deixar bem claro as coisas: dois anos de Bolsonaro deixou a nação muito mais pobre que nas gestões de FHC e Lula.
Outra coisa, se o presidente não fizer o, mais rápido possível, o ajuste fiscal, o país poderá ficar à mercê da inflação tal qual na década de 80.
Perdido, o ministro Paulo Guedes vai apelar para o aumento de impostos para aumentar a arrecadação.
O produto final dessa terrível equação, o aumento de impostos que  penaliza, em cheio os mais pobres e a classe média.
O que o ministro deveria fazer? Guedes deveria taxar as grandes fortunas, a exemplo do que ocorre nos EUA e Europa.
O cenário Brasil de 2021: o país mergulhará num quadro de inflação e o poder de compra da população ficará comprometido ao longo do ano, assim como o desenvolvimento e crescimento econômico.
Com um agente destrutivo a serviço do capital financeiro, o liberalismo, a atual gestão está no caminho certo que poderá implodir a economia.
E sem o auxílio emergencial tudo ficará mais complicado nesse ano.
Pois bem, em relação à política externa e o debate climático, a avaliação dos especialistas é de que o presidente segue isolado e sem apoio.
Para terminar, a atual gestão dificilmente vai mudar seus paradigma...
Não resta a menor dúvida que o ultraconservadorismo tacanho desse governo vai destruir o que resta do país...
A verdade incontestável é que o jogo é muito complicado do que aparenta ser desde o afastamento de Dilma Rousseff e a opção pelo neoliberalismo.
De outra forma, a população foi enganada ao comprar um discurso distorcido, ou seja, para a elite e a mídia bastava tirar o PT e abraçar o capitalismo neoliberal.
Segundo essa leitura tudo voltaria ao normal, mas não foi isso o que aconteceu.
O tiro no pé: a opção absoluta pelo capitalismo neoliberal e a intervenção mínima do Estado.
Realismo
Enviado por Realismo em 11/01/2021
Reeditado em 12/01/2021
Código do texto: T7157404
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Realismo
São Paulo - São Paulo - Brasil
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