O TRABALHO COMO ELEVAÇÃO DO SER HUMANO: PARA UMA ESPIRITUALIDADE DO TRABALHO

Pode, o trabalho humano, ser via agraciada de elevação da pessoa humana a Deus? Atualmente, o trabalhador vivencia o seu trabalho como graça e elevação?

Para tais questões, destacam-se duas linhas de pensamento atuais que mostram a situação atual; são a impostação do Papa Francisco (Jorge Bergoglio, sj) e do Pe. Ivonil Parraz, doutor em Filosofia.

O Papa Francisco, concebe o trabalho como condição sine qua non, o ser humano possui dignidade pessoal e, por conseguinte, realização pessoal. Ainda, denuncia o problema social do desemprego como responsável por muitas pessoas não conseguirem realizar sua dignidade humana e, assim, não gozarem da realização pessoal; como se depreende da homília na Capela da Casa Santa Marta, em 01 de maio de 2013:

"O trabalho nos dá dignidade. Quem trabalha é digno, tem uma dignidade especial, uma dignidade de pessoa: o homem e a mulher que trabalha são dignos. Ao invés disso, aqueles que não trabalham não têm essa dignidade. Mas muitos são aqueles que querem trabalhar e não podem. Isto é um peso na nossa consciência, porque quando a sociedade é organizada desta maneira, onde nem todos têm a possibilidade de trabalhar, de serem elevados pela dignidade do trabalho, esta sociedade não está bem, não é justa. Vai contra o próprio Deus, que quis que a nossa dignidade começasse daqui"(BERGOGLIO, 2015, p.112)

O Pe. Ivonil Parraz, ao seu turno, no artigo “A humanização e a desumanização do trabalho” (Revista Vida Pastoral, 2015), oferece um panorama sintético das abordagens de vários outros cientistas, considerando a precária situação do trabalhador no contexto das exigências da revolução tecnológica.

De fato, para manusear os meios de produção sempre mais informatizados para potencializar larga produção em menor tempo, o trabalhador deve estar capacitado com uma instrução adequada que o capacite para manusear com eficiência tais meios, cabíveis a sua competência na divisão do trabalho. Quem não recebe tal formação que lhe dê domínio do aparato técnico, está fora do mercado de trabalho.

"O trabalhador deve incorporar todo o seu conhecimento no processo produtivo. Há uma relação de flexibilidade entre o trabalhador e a máquina. O software da máquina está aberto às alterações do operador. Exige-se do trabalhador a capacidade de interpretá-lo e, conforme o desempenho produtivo, reprogramar a máquina. A interação entre trabalhador e máquina permite àquele acumular mais conhecimento, o qual, por sua vez, será disponibilizado na produção" (PARRAZ, 2015, p.22)

Parraz também evidencia a estratégia ideológica de fazer o trabalhador sentir-se como grande membro beneficiado da “grande família, a empresa”, fazendo-o servir voluntariamente; acrescente-se: inclusive sacrificando energias e tempos de outras esferas de sua vida, como sua família, a espiritualidade, a saúde, a cultura e o lazer.

Assim, o trabalhador está alienando o seu senso de realidade para atender às metas da sua empresa, ao passo que os patrões podem, após ter incutido tal mentalidade nos funcionários, dar-se a luxos e extravagâncias, como longos períodos de férias em viagens pelo mundo...

"'Vestir a camisa” da empresa como se fosse sua. Tudo o que diz respeito a ela lhe diz também respeito. O pobre assalariado se responsabiliza pela empresa [...] a empresa passa a se incorporar na vida do operário. O que tem de melhor, energia e capacidade intelectual, é dedicado a ela. O trabalhador transforma-se em colaborador: sente-se sócio. [...] estratégia de domínio da empresa sobre o operário tem um objetivo específico: fazê-lo acreditar que possui autonomia. Ao trabalhador dá-se certa liberdade de inventar, de aplicar seu conhecimento, sua imaginação. Ele sente-se responsável por aquilo que produz e, ao mesmo tempo, também pela empresa, uma vez que é sócio" (PARRAZ, 2015, p.23).

Outras nuances enfatizadas no artigo de Parraz, são a tendência atual à celularização do trabalho -“a formação do espaço de produção em escala menor permite uma visibilidade maior dos operários. A administração da empresa estabelece cumprimento de metas para cada célula. Os membros destas distribuem, entre si, as atividades de trabalho” (PARRAZ, 2015, p.23) - e a consequente panoptização - “O sentimento de estar constantemente vigiado não é provocado somente pela relação vertical patrão-operário. Também entre os próprios membros da equipe de trabalho (as células) predomina esse sentimento” (PARRAZ, 2015, p.24) -, como meios de controle do trabalho dos funcionários e de aumentar a concorrência entre os trabalhadores, destruindo a solidariedade entre os operários; tornando-se – em tela – solidários ao patrão. Este modo de estar trabalhando se torna, então, motivo de angustia, desconfiança e receio.

Para além do artigo de Parraz, recorde-se a realidade do trabalho escravo, ainda encontrado em grandes espaços geográficos que propiciam o camuflagem desta prática, como na Amazônia; também o trabalho infantil; os agricultores sem muitos subsídios do governo; os que estão trabalhando em condições estressantes nas grandes metrópoles, como os motoristas e cobradores de ônibus, os garis, os funcionários de grandes supermercados, entre tantos.

Ressalta-se a não correspondência ao respeito da dignidade pessoal dos trabalhadores, tidos como meios instrumentais para os serviços desejados, mas, não como sujeitos do trabalho.

O santo papa Karol Wojtyla(João Paulo II), na esteira da Constituição pastoral Gaudium et Spes, do Concílio Vaticano II (1962 – 1965), contribuiu para a Doutrina Social da Igreja, abordando o tema do trabalho, através da encíclica Laborem Exercens (1983), em comemoração ao 90° aniversário da Rerum Novarum de Leão XIII, evidenciando o trabalhador, como sujeito do trabalho e, este, como chave da questão social; opondo-se as ideologias marxista (o homem e sua cultura como produtos do trabalho) e neoliberal (instrumentalização utilitarista do ser humano, em troca de capital).

Para o papa Wojtyla, chegar a essa impostação da dignidade do homem do trabalho e a sua ação como chave da questão social, há de se ter em mente a biografia deste pontífice e sua experiência com o trabalho braçal, na juventude e, um breve panorama da concepção positiva do trabalho na Sagrada Escritura e nos ensinamentos de alguns santos que certamente influenciaram a espiritualidade de Wojtyla.

Karol Wojtyla experimentou o trabalho braçal trabalho em sua juventude, no período da ocupação nazista na Polônia. Trabalhou na pedreira Zakrzowel

"Numa primeira etapa, o operário Wojtyla trabalha no fundo desses estranhos barrancos – atualmente coberto por uma água translúcida – protegidos no alto por uma cerca hesitante. A rocha é cortada com explosivos. Usando um carrinho de mão, Karol transporta blocos de pedra calcária para serem quebrados a picareta. Os rochedos são depositados em pequenos vagões nos quais serão transportados por uma pequena locomotiva a vapor até a usina" (LECOMTE, 2005, p.79)

e, em seguida, no laboratório de produtos químicos da Borek Falecki:

No início do verão de 1941, Karol é transferido da pedreira para a estação de purificação de água da usina química, que produz bicabornato no lugar conhecido como Borek Falecki [...] O trabalho é extremamente cansativo. Karol passa o dia inteiro transportando baldes cheias de cal e soda cáustica, que verte para diluição num imenso reservatório: o objetivo é diminuir o índice de calcário na água encaminhada para as caldeiras, para evitar a diminuição de sua capacidade térmica [...] Karol Wojtyla trabalharia durante três anos nessas caldeiras, no calor e na poluição” (LECOMTE, 2005, p.81)

Apesar de não está habituado ao trabalho pesado, sendo um jovem estudante universitário; praticamente forçado ao trabalho, abraçando esta nova condição, adquiriu uma atitude de elevação espiritual, não tomando o trabalho como peso, outrossim o vivenciou como graça, a ponto de poetar, neste período, sobre a grandeza do homem do trabalho, como está na sua poesia Matéria:

"Ouve: o ruído dos martelos, sua cadência uniforme,

Eu os faço ressoar nos homens

Para aliviar a força dos golpes.

Ouve: a corrente elétrica

Corta um rio de pedra.

Um pensamento cresce em mim a cada dia:

A grandeza do trabalho está no homem. [...]

Olha: como o amor se alimenta

De uma tão profunda raiva

Ela flui no fôlego dos homens,

Rio inclinado pelo vento. [...]

Pelo trabalho, tudo começa:

O que cresce no pensamento e no coração,

Os grandes acontecimentos, as multidões.

O amor amadurece ao ritmo uniforme dos martelos. [...]” (WOJTYLA apud LECOMTE, 2005, p.80)

Esta visão positiva sobre o trabalho como obra do homem, ser espiritual e corporal, que revela o ser do seu executor, não é unilateral, pois não ignora o drama do trabalho, é o caso do poema Em memória de um companheiro de trabalho, sobre um companheiro que sofreu um acidente fatal na lida da pedreira:

"Não estava só,

Seus músculos se espalhavam em uma imensa multidão

Até que levantam o martelo, até que vibravam de energia

Mas isto só durou até que ele sentiu a terra embaixo dos pés

Até que a pedra não lhe abriu a fronte e não lhe entrou no

[coração

Levantaram o corpo, avançaram em silêncio

Ainda emanava dele fadiga e um sentido de injustiça.

Vestiam blusas cinzas, sapatos enlameados até o tornozelo

E daquele jeito revelavam que teriam de ter fim aquelas pessoas.

O tempo dele parou com violência

Nos quadrantes de baixa tensão os ponteiros soltos

[improvisamente desceram a zero

A pedra branca entrou nele, corroeu sua essência

E o assimilou de tal forma, que o transformou em pedra

Quem levantará aquela pedra?

Quem disporá de novo os pensamentos naquela fronte rasgada

Como se racha reboco de muro?

Deitaram-no sob um lençol de cascalho

Chegou a esposa desesperada, a criança voltou da escola.

É só isso? Só a sua raiva passará aos outros?

Não amadurecia nele, talvez, com verdade e amor

Gerações futuras devem, talvez, desfrutá-lo como bruta matéria

Despojando da sua essência mais intima e única

As pedras se movem de novo, a carreta desaparece entra as

[flores

De novo uma descarga elétrica cai sobre a pedreira

Mas o homem trouxe com ele a estrutura secreta do mundo

Onde o amor prorrompe mais alto, se mais um embebe a raiva"

(WOJTYLA, 2017)

A visão wojtyliana sobre a ambivalência do trabalho, deixa-se iluminar pela potência transfiguradora da espiritualidade cristã. Iluminado pelos escritos de São João da Cruz e Santa Teresa de Ávila, que ganhara por aquela época do piedoso alfaiate, o Servo de Deus Jan TyranowskI, Wojtyla realizará uma compreensão dialética entre o peso próprio daqueles trabalhos e a doutrina espiritual desses santos carmelitanos. Assim, testemunhou o papa Wojtyla em “Dom e Mistério”:

"Jan Tyranowski. Era empleado de profesión, aunque había decidido trabajar en la sastrería de su padre. Afirmaba que su trabajo de sastre le hacía más fácil la vida interior. Era un hombre de una espiritualidad particularmente profunda [...] Tyranowski, que se estaba formando en los escritos de San Juan de la Cruz y de Santa Teresa de Ávila, me introdujo en la lectura, extraordinaria para mi edad, de sus obras" (JUAN PABLO II, 2016).

Mais tarde, Wojtyla– sendo filósofo- pensou a fenomenologia do ato pessoal do ser humano, como hermenêutica da personalidade humana, na obra “Pessoa e ação” (1969); como expressou na Introdução desta:

"Las acciones son un momento privilegiado para ver la persona y, por tanto, para conocerla experimentalmente. Constituyen algo así como el punto de partida más adecuado para comprender su naturaleza dinámica; y la moralidad, en cuanto propiedad intrínseca de las acciones, nos conduce a eso mismo de manera aún más específica. En este lugar no nos interesan los valores morales en sí mismos, lo que propriamente le corresponde tratar a la ética, sino que nos interesa más bien el hecho mismo de su constitución en acciones, su dinámico fieri. Y esto porque ahí la persona se nos revela de manera más profunda y amplia que en el acto mismo" (WOJTYLA, 2011, p.44)

Também, na sua obra ética “Amor e Responsabilidade” (1960), sobre o amor entre homem e mulher, seguindo a Norma Personalista: “a pessoa é um bem tal que só o amor se relaciona com ela própria e plenamente (WOJTYLA, 1982, p.38), expressando a ética da doação ao outro, no amor, visando a educação e manutenção vital da prole, o trabalho constitui um instrumento de recíproca doação e, assim, de realização da pessoa humana. Da sua elevação pessoal na prática do compromisso familiar que cumpre o supremo valor do amor; como está expresso na obra sobredita:

"O amor é realmente o supremo valor moral. Mas é necessário saber transferir as suas dimensões aos afazeres comuns da vida cotidiana. E precisamente por isso surge o problema da educação do amor [...] O amor é dirigido por uma norma. Dela é preciso deduzir o máximo valor de toda e qualquer situação psicológica, para que esta atinja a própria plenitude e se torne a expressão do amadurecido compromisso da pessoa. Na realidade, o amor nunca é algo completo, algo ‘dado’ à mulher e ao homem, sempre é uma ‘tarefa’" (WOJTYLA, 1982, p.121)

Evidenciando o que a Sagrada Escritura evidencia sobre o Trabalho em seu valor positivo de meio de comunhão do ser humano com Deus, tomamos Gênesis 2, quando Deus entregou ao ser humano o cultivo da terra, tonando o trabalho como guardiania da criação. Depois do pecado, o trabalho se torna pesado e fatigoso, marcado pelo sofrimento (cf. Gn 3,17). Evidencia-se o aspecto negativo do pecado, também na Escravização dos hebreus sob o Faraó no Egito (cf. Êx 2, 23).

No entanto, a Sabedoria divina, artífice da criação pode ser invocada para que o homem desempenhe seu trabalho com justiça (cf. Sb 9); e o sopro de Deus é dado aos artesões do santuário (cf. Êx 31, 1-11). Davi, o rei justo, foi escolhido e ungido quando trabalhava como pastor e, também os profetas, como Amós de Técua (cf. Am 1,1; 7, 14), trabalhavam.

No Novo Testamento, o Filho de Deus se fez homem, filho da Virgem Maria; está se tornou uma dona de casa com seus afazeres domésticos no lar de Nazaré; seu justo esposo, José, tornou-se o pai putativo de Jesus, que o auxiliou no trabalho artesanal a ponto de ser chamado “filho do carpinteiro”.

“ No Evangelho Jesus é chamado ‘filho do carpinteiro’. José era um trabalhador, e Jesus aprendeu a trabalhar com ele. Deus trabalha para criar o mundo. Este ‘ícone de Deus trabalhador nos diz que o trabalho é algo que vai além simplesmente de ganhar o pão’” (BERGOGLIO, 2015, p. 112).

Em João 5,17 na palavra “Meu Pai trabalha, e eu também trabalho”, Jesus revela o Deus Pai como um contínuo trabalhador e mostra sua comunhão com o Pai por estar em consonância com Ele, trabalhando.

Os apóstolos de Jesus também advieram do mundo do trabalho, alguns eram pescadores, Levi fora cobrador de impostos (cf .Mc 1, 16-20; 2, 14). Para Jesus, o trabalho e a Lei estão a serviço da vida do homem, jamais no sentido inverso (cf. Mc 2, 23-28; 3, 1-6).

Jesus transmitiu seus ensinamentos sobre o advento do Reinado de Deus a pessoas do mundo do trabalho a julgar pelas narrativas das suas parábolas e alegorias, com cenas dos trabalhos de construtores, administradores, agricultores e pastores.

O apóstolo Paulo, a partir do seu exemplo, exorta ao trabalho como fuga do ócio (cf. I Ts 2,9; 4, 11-12; II Ts 3, 6-13) e, como necessidade para viver com dignidade, satisfazendo suas necessidades vitais, com expectativa da realização escatológica da história, já realizada na Páscoa do Senhor e na vida do cristão; O apóstolo exorta: “Trabalhai para a própria salvação com temor e tremor” (Fl 2, 12-16).

Viver o trabalho como disciplina experimentada de um modo presente à Presença de Deus, em colaboração com sua obra criadora e com sua obra redentora e santificadora, realizando-o com amor e oferecendo-o como sacrifício à Deus em prol da Igreja e de tantas intenções; o trabalho se torna meio de graça, elevação do ser humano à Deus.

Por mais que as condições do trabalho sejam aviltantes, se movido pela fé, o trabalhador há de erguer a cabeça e buscar condições mais dignas de exercer seu ofício; há de ter em seu ser a expressão da sua dignidade, por ser feito “à imagem e semelhança de Deus” (cf Gn 1); assim, é direito do trabalhador, lutar por evoluir no trabalho, galgando melhores patamares de qualidade de vida, para si, para os seus e para a sociedade.

Nisto, a inteligência criativa e o vigor, unidos às Virtudes Teologais e morais, fará o homem do trabalho transformar todas as condições hostis ao seu desempenho, para executar sua tarefa e produzir com eficácia e eficiência, de modos grato e generoso, movido pelo amor à Deus, aos seus e ao bem comum da humanidade.

O operário, movido pelas Virtudes infusas e adquiridas, toma nas suas mãos o projeto da sua vida, com responsabilidade para receber, em espírito de gratuidade, a felicidade por ser autor de sua história, inserindo-a com o assentimento de fé e com a ação, no projeto salvífico de Deus.

Deste modo, o trabalhador exerce sua espiritualidade criativa e se eleva exercendo o trabalho, cuidando e transformando o mundo e a sociedade como co-criador, assemelhando-se a Deus e o honrando, bem como cooperando para o bem comum.

Neste sentido, se o trabalho é visto e exercido a partir da espiritualidade pascal do cristianismo, exercido dentro de condições dignas, torna-se uma senda que Deus dispõe para elevar o homem a si, fazendo-o viver o mandamento universal do amor pelo trabalho. Nisto obra o Verbo encarnado redimindo o ser humano no trabalho, dado que Jesus Cristo trabalhou com as próprias mãos e, conforme o adágio dos Padres da Igreja, só foi redimido aquilo que foi assumido pelo Verbo.

REFERÊNCIAS

BERGOGLIO. Jorge Mario. A verdade é um encontro: homílias proferidas na Casa Santa Marta. São Paulo: Paulinas, 2015.

CASALEGNO, Alberto. Para que contemplem a minha glória. São Paulo: Loyola, 2009.

JUAN PABLO II. Don y Misterio. Disponível em: <http://www.vatican.va/archive/books/gift_mystery/documents/archive_gift-mystery_book_1996_sp.html>. Acesso em: 21 out. 2016.

LECOMTE, Bernard. João Paulo II: biografia. Rio de Janeiro: Record, 2005.

PARRAZ, Ivonil. A humanização e a desumanização do trabalho. Vida Pastoral, São Paulo: Paulus, ano 56, n. 306, 2015.pp. 21-26.

WOJTYLA, Karol. Amor e responsabilidade: estudo ético. São Paulo: Loyola, 1982.

WOJTYLA, Karol. Persona y acción. Madrid: Palabra, 2011.

WOJTYLA, Karol. Poemas de João Paulo II. Disponível em: <https://pt.scribd.com/doc/88379742/Poesias-de-Karol-WOJTYLA-o-papa-Joao-Paulo-II>. Acesso em: 02 abr. 2017.

JONAS MATHEUS
Enviado por JONAS MATHEUS em 26/05/2017
Reeditado em 26/05/2017
Código do texto: T6010396
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